Uma semana depois, acidente no Cacém continua sem explicação

A Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML) avançou hoje não existirem, até ao momento, conclusões oficiais da investigação ao acidente ocorrido no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, há uma semana, que provocou dois mortos e 20 feridos.

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“A TML informa que, até ao momento, não existem conclusões oficiais da investigação que permitam determinar as circunstâncias e as causas do acidente ocorrido em Agualva-Cacém”, referiu a empresa numa resposta escrita à Agência Lusa.

De acordo com a gestora da marca Carris Metropolitana, a investigação continua a ser conduzida pelas entidades competentes, com a total colaboração da Viação Alvorada (operador que tem a exploração na zona) e em articulação com a TML.

Segundo a empresa, a sua prioridade, desde o primeiro momento, tem sido o “acompanhamento das vítimas e dos seus familiares”, lembrando que “tem sido assegurado o apoio necessário às pessoas diretamente afetadas” pela tragédia, em articulação com a Viação Alvorada, a Câmara de Sintra e a Proteção Civil.

De acordo com a TML, a empresa, “sempre em articulação” com a Viação Alvorada, tem vindo a acompanhar a situação e adianta que “tem sido disponibilizado apoio psicológico e todo o acompanhamento considerado necessário às vítimas”, aos familiares das vítimas, aos feridos e aos trabalhadores diretamente envolvidos.

A TML frisou ainda que se mantém “disponível para prestar todo o apoio que esteja ao seu alcance, no âmbito das suas competências”.

Na terça-feira, um acidente ocorrido na União de Freguesias de Agualva e Mira-Sintra, no distrito de Lisboa, que consistiu no despiste de um autocarro seguido de atropelamento, provocou a morte a duas mulheres (que foram colhidas pela viatura) e 20 feridos, segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP) e o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O acidente ocorreu na Rua Elias Garcia, no túnel de acesso à estação de comboios no terminal rodoviário.

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