As consequências da imigração descontrolada

Na passada quinta-feira, dia 30 de julho, assistimos a mais um grande escândalo da imigração descontrolada no continente europeu. Desta vez, foi uma verdadeira invasão em Espanha, mais precisamente na cidade autónoma de Ceuta, onde entraram mais de 60 mil imigrantes ilegais, com as autoridades espanholas completamente ultrapassadas pelo volume de entradas. O presidente regional de Ceuta classificou a situação como uma “emergência humanitária e social absoluta”, e o governo central em Madrid, perante a gravidade do caso, viu-se obrigado a enviar o exército para reforçar a segurança na fronteira, porém o estrago já estava feito.

Com esta situação, neste artigo irei abordar as consequências já visíveis, e as que ainda estão para vir caso este processo não seja revertido com a urgência que a situação exige.

Na última década, Portugal sofreu, assim como a grande maioria dos países europeus, duma crise migratória nunca antes vista na sua história. O que era, em teoria, uma crise de refugiados, passou a ser uma das principais causas, senão mesmo a principal, que coloca o futuro da Europa em jogo, não só a nível demográfico, mas cultural, político e civilizacional.

Em 2017, no período da “geringonça” de António Costa, o número de estrangeiros em Portugal era cerca de 421.785, segundo a AIMA. Em 2026, já sob o governo do PSD, o número aumentou absurdamente para 1,6 milhões, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), que indica um aumento aproximado de 279%.

Além disso, a percentagem de nascimentos de famílias imigrantes já é um sinal de extrema preocupação: em Lisboa, já ultrapassa os 35%, em Setúbal e em Faro os 49% e 41%, respetivamente, segundo o Ministério da Justiça.

Apesar dos dados apresentados, acredito que o número pode chegar até à casa dos 2 milhões, visto que o atual executivo de Montenegro não tem aprovado nem discutido as medidas para reverter o processo, sempre com um aperto de mão para o Partido Socialista e o resto da extrema-esquerda no parlamento, que obviamente têm interesses eleitorais para com os imigrantes.

“As consequências para o futuro?”, imensas: desde o enfraquecimento da coesão social até à redução drástica da segurança nas ruas deste país, especialmente nos distritos anteriormente mencionados. Também temos o aumento de facções criminosas no nosso país, como os Tigres do Calistão, o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV), e outras organizações que atuam principalmente nos bastidores, como a Irmandade Muçulmana, que tem ganhado influência, especialmente na França.

Outras consequências podem ser vistas noutros países como a França, Alemanha e sobretudo o Reino Unido, sendo este o exemplo com a maior taxa de problemas: distritos inteiros infestados de gangues criminosas, justiça prioritária para os estrangeiros, controlo da narrativa pro-imigração nos media tradicionais e redes digitais. O resultado será a substituição gradual das nações europeias por neo-califados ou nações artificiais que pretendem apagar forçadamente a sua história, a sua cultura, a religião cristã e tudo o que lhes representa como civilização.

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