Uma mudança de casa transformou-se num pesadelo burocrático para uma família residente em Almada. Uma menina de oito anos, com paralisia cerebral, continua sem conseguir a transferência para uma escola próxima da atual residência e permanece inscrita no estabelecimento de ensino que frequentou no último ano, no concelho da Maia, a cerca de 300 quilómetros de distância, avança o Correio da Manhã.
O problema não fica pela distância. De acordo com a mesma fonte, apesar de ter frequentado o 1.º ano no último ano letivo, a criança surge agora como tendo transitado diretamente para o 3.º ano, deixando pelo caminho o 2.º ano.
A família procurou transferir a menina para uma escola em Almada depois da mudança de residência, mas o processo não ficou concluído. Na prática, a criança vive no distrito de Setúbal, continua ligada administrativamente a uma escola no Norte e aparece colocada num ano de escolaridade que não corresponde ao seu percurso.