Mais de 450 estrangeiros detidos e mil notificações para abandonar Portugal desde o fim do SEF

GNR já fiscalizou mais de 103 mil estrangeiros desde outubro de 2023. Operações resultaram em 459 detenções, 8.670 autos de contraordenação e 1.068 notificações para abandono voluntário do país.

© Folha Nacional

A fiscalização à permanência de cidadãos estrangeiros em Portugal resultou em 459 detenções desde o fim dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), outubro de 2023. Desde 29 de outubro de 2023 e até 31 de agosto deste ano, mais de 103 mil cidadãos estrangeiros foram fiscalizados nas áreas sob responsabilidade da GNR. As operações resultaram em 8.670 autos de contraordenação e 1.068 notificações para abandono voluntário do país.

Já entre janeiro e agosto, a GNR fez 232 detenções, fiscalizou 21.567 estrangeiros, levantou 1.500 autos de contraordenação e emitiu 348 notificações para abandono voluntário do território nacional.

Os dados, consultados pela RTP, constam do mais recente balanço da Guarda Nacional Republicana e revelam a dimensão da operação de fiscalização desenvolvida desde que a força de segurança assumiu novas competências, na sequência da extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Os números mostram também uma intensificação da atividade ao longo dos últimos anos, refere a mesma fonte. Em 2024, a GNR fiscalizou 25.904 estrangeiros, efetuou 17 detenções, levantou 2.730 autos de contraordenação e emitiu 47 notificações para abandono voluntário. Já no ano passado, foram fiscalizadas 54.739 pessoas, tendo as operações terminado com 210 detenções, 4.414 autos de contraordenação e 372 notificações.

A fiscalização estende-se a diferentes pontos e setores de atividade. Desde outubro de 2023, 46.069 estrangeiros foram fiscalizados na via pública, 20.475 em estabelecimentos comerciais e 11.504 na indústria. Seguem-se os terminais rodoviários e estações ferroviárias, com 9.615 fiscalizações, a hotelaria e restauração, com 9.462, as explorações agrícolas, com 5.238, e os lares e instituições particulares de solidariedade social, onde foram fiscalizados 849 cidadãos estrangeiros.

Últimas do País

Uma mulher de 60 anos ficou hoje em prisão preventiva por ser suspeita de ter regado o marido com produto inflamável e ateado fogo de seguida, na terça-feira, na Madeira, disse fonte do tribunal.
Um homem, de 43 anos, ficou em prisão preventiva por suspeita de roubar, sob ameaça e com recurso a uma arma branca, dinheiro em estabelecimentos comerciais do Porto, Gaia e Vila do Conde, anunciou hoje a PSP.
GNR já fiscalizou mais de 103 mil estrangeiros desde outubro de 2023. Operações resultaram em 459 detenções, 8.670 autos de contraordenação e 1.068 notificações para abandono voluntário do país.
Vítima, de 51 anos, foi encontrada de madrugada com uma lesão profunda na cabeça, na Avenida D. Carlos I, em Lisboa. Filho chamou as autoridades sem perceber, num primeiro momento, que o homem caído no chão era o próprio pai. PJ investiga as circunstâncias da morte.
Três homens e uma mulher foram detidos pela GNR por suspeitas de crimes de violência doméstica em três investigações distintas nos concelhos de Vidigueira, Serpa e Odemira, no distrito de Beja, foi hoje anunciado.
Uma lancha de alta velocidade foi detetada na barra do estuário do Tejo, na quarta-feira à noite, pela Polícia Marítima, que deteve os 11 ocupantes, numa operação coordenada com a Polícia Judiciária, confirmaram as autoridades.
Mais de 3.650 incidentes de segurança do doente foram notificados em 2025 através do sistema nacional Notifica, a maioria feita por profissionais de saúde, com as quedas e as escaras entre as situações mais reportadas, revelam dados da DGS.
A PSP deteve 7.214 pessoas, 1.559 das quais por condução em estado de embriaguez, e registou 60.420 infrações rodoviárias no âmbito da operação 'Verão Seguro 2026', que decorreu entre 15 de junho e 15 de setembro.
As notas dos alunos que realizaram exames nacionais do secundário na época extraordinária baixaram em relação à 1.ª fase, com quase metade das disciplinas a descerem de uma média positiva para negativa, segundo dados oficiais.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) arquivou o inquérito sobre o socorro a um homem que morreu em Tavira, alegando não existir relação direta entre o atraso dos meios de emergência e a morte.