O preço dos combustíveis voltou a dividir os partidos no debate orçamental. O CHEGA apresentou uma proposta destinada a reduzir os encargos com o abastecimento, mas não conseguiu reunir o apoio do PSD e do PS.
A iniciativa foi rejeitada pelos dois partidos, mantendo-se por concretizar a redução defendida pelo CHEGA, apurou o Folha Nacional.
Em Portugal, o preço pago pelos consumidores nas bombas inclui o custo do combustível, as margens comerciais e a carga fiscal, nomeadamente o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) e o IVA.
Esta componente fiscal tem um peso relevante no valor final de cada litro de gasolina ou gasóleo, razão pela qual as alterações aos impostos são frequentemente apontadas como uma das formas de reduzir os preços.
Para os portugueses que dependem diariamente do automóvel, seja para trabalhar ou para assegurar as deslocações familiares, o custo dos combustíveis representa uma despesa regular que se reflete diretamente no orçamento doméstico.