O CHEGA voltou a colocar os custos do crédito à habitação no centro do debate parlamentar sobre o Orçamento do Estado para 2027, defendendo que as famílias possam beneficiar de uma dedução fiscal pelos encargos suportados com os empréstimos destinados à compra de casa.
O Folha Nacional sabe que a iniciativa foi rejeitada pelo PSD e pelo PS, impedindo que a proposta avançasse nos termos apresentados.
Atualmente, a dedução de juros do crédito à habitação no IRS está limitada, em regra, a contratos celebrados até 31 de dezembro de 2011, desde que cumpridos os restantes requisitos legais. Isto significa que muitas famílias com empréstimos mais recentes não beneficiam dessa dedução.
A proposta do CHEGA procurava alterar este enquadramento, alargando o benefício fiscal associado ao financiamento da habitação própria.