Governo “em nada beneficiou ou contribuiu” para as causas

© Folha Nacional

“Dizer que vamos crescer 2,4% num contexto em que temos dezenas de milhares de milhões de euros de fundos europeus e uma inflação histórica, sem dizer quanto é que os portugueses e as famílias vão ter a mais, quanto é que os pensionistas vão ter a mais e quanto é que vai reduzir a carga fiscal soa a muito poucochinho por parte do Ministro das Finanças”, disse o líder do CHEGA, André Ventura, em declarações na sede do partido, em Lisboa.

Ventura afirmou que o Governo “em nada beneficiou ou contribuiu” para aquelas que considera serem as causas do crescimento económico, como o turismo ou o consumo interno, sublinhando que o país “não está a exportar mais tecnologia, não está a exportar mais matérias-primas, não está a exportar mais ‘know-how’, não está a exportar mais têxtil, não está a inovar”.

“O crescimento de 2,4% anunciado para a economia portuguesa é um crescimento anémico. E é anémico quando temos em conta que estão dezenas de milhares de milhões de euros disponíveis de fundos comunitários para fazer a economia portuguesa crescer. Portugal devia estar a crescer muito mais com os fundos que tem do PRR neste momento à sua disposição”, considerou.

O deputado do CHEGA defendeu que “todos os fatores de crescimento económico não são fatores de crescimento estrutural” e que reconheceria “se o Governo estivesse a fazer um bom trabalho nesta matéria”.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.