Depois da invasão migratória, CHEGA propõe a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial 2030

O CHEGA defende que Portugal deve exigir a exclusão de Marrocos da organização conjunta do Mundial de Futebol de 2030, na sequência da invasão massiva de migrantes em Ceuta.

© D.R.

O partido liderado por André Ventura considera que os acontecimentos recentes colocam em causa a confiança política e institucional necessária entre os países responsáveis pela organização de uma competição desta dimensão.

“A organização conjunta do Mundial com Marrocos pode trazer ameaças sérias à nossa segurança nacional. Portugal não pode ignorar o risco de organizar um dos maiores eventos do mundo com um país que não oferece garantias suficientes no controlo das suas fronteiras e na cooperação em matéria de segurança”, afirma André Ventura.

O CHEGA pretende que o Governo português e a Federação Portuguesa de Futebol reavaliem a participação de Marrocos na organização da competição e defendam, junto da FIFA, uma solução que garanta a segurança dos portugueses. O partido sustenta que a realização do Mundial implica movimentos de milhões de pessoas, um reforço significativo da cooperação policial e fronteiriça e elevados riscos de segurança que não podem ser desvalorizados.

Para o CHEGA, os interesses económicos e desportivos associados à competição não podem sobrepor-se à soberania nacional, ao controlo das fronteiras e à proteção da população. O partido considera que Portugal deve assumir uma posição firme e defender que o Mundial de 2030 seja organizado sem Marrocos.

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