Preços na produção industrial caem 0,9% em abril

© D.R.

Os preços na produção industrial registaram uma queda homóloga de 0,9% em abril deste ano, quando tinham subido 0,1% no mês anterior, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O índice de preços na produção industrial apresentou uma queda de “0,9% em abril” deste ano, uma “taxa inferior em 1,0 pontos percentuais (p.p.)” face à observada em março passado, salientou o INE.

Se se excluir o agrupamento da energia, os preços na produção industrial denotaram um acréscimo homólogo de 4,7%, contra 8,1% observado em março deste ano.

Em termos de agrupamentos, o dos bens intermédios registou o maior abrandamento (-5,3 p.p.), para um crescimento de 1,6% em abril deste ano, tendo contribuído com 0,6 pontos percentuais (p.p.) para a queda do índice agregado, quando o contributo foi de 2,5 pontos percentuais (p.p.) em março mês anterior.

O instituto de estatística referiu ainda que a energia e os bens intermédios foram os agrupamentos que mais contribuíram para a evolução do índice de preços na produção industrial, eferente ao mês de abril deste ano.

O agrupamento de energia, por seu turno, contribuiu com menos 4,4 pontos percentuais (p.p.), em resultado da queda diminuição de 17,9% observada em abril e da quebra de 21,5% registada em março, segundo o INE.

É referido ainda que sem este agrupamento, “a variação do índice agregado foi de 4,7% no mês em análise e de 8,1% em março” deste ano.

Em termos mensais, o índice agregado teve uma queda de 1,1% em abril deste ano, contra uma variação nula em abril de 2022, assinala o INE.

 

Últimas de Economia

O Estado desembolsou 138,8 milhões de euros para comprar a participação da Fidelidade na REN. O valor pago inclui um prémio de 8,34% face à média de mercado dos últimos seis meses.
O défice do Serviço Nacional de Saúde (SNS) deverá mais do que duplicar no próximo ano, agravando-se em 1.377 milhões de euros. Apesar da intenção de reduzir os gastos com bens e serviços, a despesa aumentou 9,3% em 2026 e deverá continuar a subir.
A receita fiscal do Estado totalizou 51.161,9 milhões de euros até setembro, crescendo 6,5% em relação aos nove primeiros meses de 2025, impulsionada pelo IRS e IVA, indicam dados hoje divulgados pela Entidade Orçamental (EO).
A prestação da casa vai subir em novembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações feitas pela Deco Proteste para a agência Lusa.
A taxa de inflação situou-se nos 3,8% em outubro, face a 3,6% em setembro, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Apesar da descida dos preços do gás natural na União Europeia para o nível mais baixo desde 2022, Portugal continua entre os países com as tarifas mais elevadas. Quando considerado o poder de compra, os consumidores portugueses enfrentam o segundo preço mais alto dos 27 Estados-membros.
As portagens das autoestradas poderão aumentar 3,82% em 2027, a confirmar-se a estimativa da taxa de inflação homóloga para outubro, sem habitação, divulgada hoje pelo INE, acrescida dos 0,1% de compensação às concessionárias.
A Caixa Geral de Aposentações reduziu o valor de três mil reformas devido a um erro nos cálculos. Um aposentado de 65 anos perdeu 51 euros mensais e admite regressar ao trabalho para compensar o corte.
O CHEGA/Açores alertou hoje para o desinvestimento do Governo Regional na ilha de São Miguel, destacando que o investimento por habitante previsto para 2027 é de 2.739 euros, inferior à média regional de 4.099 euros.
O sentimento económico na União Europeia e na zona euro recuou em outubro pelo segundo mês consecutivo, com uma quebra de 0,6 nas duas áreas face a setembro, fixando-se nos 96,9 pontos, divulgou hoje a Comissão Europeia.