Madeira e três distritos do continente sob aviso laranja devido ao tempo quente

Os distritos de Évora, Beja e Faro e o arquipélago da Madeira estão hoje sob aviso laranja devido ao tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima vai prolongar-se até às 21:00 de hoje, passando depois a amarelo até às 18:00 de quarta-feira.

O IPMA colocou também sob aviso amarelo devido ao tempo quente os distritos de Setúbal, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança até às 18:00 de quarta-feira.

O arquipélago da Madeira vai estar sob aviso laranja entre as 09:00 e as 21:00 de hoje, passando depois a amarelo até às 09:00 de quarta-feira.

O aviso laranja indica situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê até quarta-feira no interior norte e centro e na região sul valores acima de 30 graus Celsius na generalidade do território, estando entre os 35 e os 40 graus no interior a sul do Tejo e na Beira Baixa, onde poderão ser atingidos 40 a 43 graus.

A temperatura mínima também será elevada, com noites tropicais (mínimas acima de 20 graus) em vários locais do centro e sul, com destaque para a região do Sotavento Algarvio, onde poderão ser próximas de 25 graus.

Em causa está, segundo o IPMA, uma “ação conjunta de uma região anticiclónica entre a Europa Ocidental e o arquipélago da Madeira, e um vale depressionário que se estende desde o norte de África até à Península Ibérica, originando o transporte de uma massa de ar tropical com origem continental, que é favorável a uma situação meteorológica de tempo quente e seco”.

O IPMA adianta num comunicado publicado no seu ‘site’ que o tempo quente deverá ser mais prolongado a sul do Tejo e Beira Baixa, onde é expectável a ocorrência de uma onda de calor até quarta-feira.

Últimas do País

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) vai reforçar os meios para assistência a banhistas, entre quinta-feira e 12 de abril, devido à previsão de aumento da temperatura, nas zonas Centro e Sul do país, revelou hoje a AMN.
O partido liderado por André Ventura quer levar mais longe o escrutínio sobre a gestão das vacinas contra a Covid-19 em Portugal e já conseguiu viabilizar no Parlamento um conjunto de audições a entidades-chave, incluindo o Infarmed.
A maioria dos cosméticos, equipamentos de proteção individual e suplementos alimentares comprados online a operadores fora da União Europeia não cumpre as normas europeias de segurança, revelou uma operação divulgada hoje pelo Infarmed que analisou mais de 11.300 produtos.
As prisões portuguesas atingiram em 2025 o seu nível de capacidade máxima pela primeira vez em seis anos, revelou o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), entregue hoje na Assembleia da República.
Os tempos de espera para cirurgias programadas passam a partir de quinta-feira a ter apenas dois níveis de prioridade, segundo uma portaria hoje publicada, que duplica a espera em cirurgias para casos mais graves.
Mais de 2.400 organizações alertam hoje para “a lacuna profundamente alarmante e irresponsável na proteção das crianças” com o fim do regime europeu que permite detetar abuso sexual de menores 'online', a partir de 03 de abril.
O CHEGA quer avançar com uma investigação parlamentar à gestão das vacinas contra a covid-19, na sequência das notícias que apontam para ocultação de informações pelo Estado português nos contratos celebrados com farmacêuticas durante a pandemia.
O relatório identifica falhas na escolha de procedimentos e adjudicações repetidas num universo de 12,6 milhões de euros.
Os furtos por carteiristas aumentaram em 2025, com 7.443 ocorrências registadas, a maioria nos distritos de Lisboa e do Porto, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).
A proposta do CHEGA para a realização de uma auditoria independente às contas e contratações da Câmara Municipal de Oeiras foi chumbada, poucos dias depois de ter sido conhecida a acusação do Ministério Público que envolve Isaltino Morais e mais 22 arguidos por alegado uso indevido de cerca de 150 mil euros em despesas com refeições.