Marcelo envia nova lei da droga para o Tribunal Constitucional

© Folha Nacional

O Presidente da República enviou para o Tribunal Constitucional o decreto do parlamento que descriminalizou as drogas sintéticas e fez uma nova distinção entre tráfico e consumo aprovado em 19 de julho.

Numa nota colocada hoje no portal da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa justifica o envio para o TC com a “falta de consulta” dos órgãos de Governo das regiões autónomas da Madeira e Açores.

“O Presidente da República requereu hoje ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva de constitucionalidade, por falta de consulta aos órgãos de governo próprio daquelas Regiões, do decreto da Assembleia da República que clarifica o regime sancionatório relativo à detenção de droga para consumo independentemente de quantidade e estabelece prazos regulares para a atualização das normas regulamentares, alterando o Decreto-Lei n.º 15/93, de 22 de janeiro, e a Lei n.º 30/2000, de 29 de novembro”, lê-se na nota de Belém.

O chefe de Estado não deixa de manifestar também “reservas sobre uma questão de conteúdo, e na linha do entendimento que já vem dos tempos do Presidente Jorge Sampaio, considerando, agora, em particular, a especial incidência dos novos tipos de drogas nas Regiões Autónomas, o regime sancionatório nelas adotado e a regionalização dos serviços de saúde, fundamentais para a aplicação do novo diploma”.

Últimas de Política Nacional

A sondagem da Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, Jornal de Notícias, TSF e O Jogo mostra que 15% dos inquiridos escolheram o CHEGA, em comparação com 14% que optaram pelo Partido Socialista, quando questionados sobre qual o partido que tem o líder mais eficaz e inspirador.
O Presidente do CHEGA considerou esta quarta-feira que o primeiro-ministro é "um dos problemas da criminalidade" em Portugal.
O Presidente do CHEGA criticou hoje o Protocolo de Cooperação para a Migração Laboral Regulada, assinado entre Governo e confederações patronais, considerando que vai permitir "mais imigração desnecessária e clandestina", além de "máfias" e contratos de trabalho fictícios.
O Tribunal Constitucional recusou o pedido da coligação PSD/CDS-PP para usar a denominação “AD - Aliança Democrática - PSD/CDS” nas próximas legislativas com o argumento de que haveria um “indubitável risco de indução dos eleitores em erro”.
O CHEGA vai propor na próxima legislatura que não possa ser aplicada pena suspensa a condenados por crimes graves e que sejam reincidentes, anunciou hoje o líder do partido.
O Tribunal Central Criminal de Lisboa agendou até ao fim deste ano 53 sessões do julgamento do processo Operação Marquês, no qual o ex-primeiro-ministro José Sócrates vai responder por 22 crimes, incluindo corrupção.
O Presidente do CHEGA, André Ventura, assegurou hoje que o partido não terá nas suas listas candidatos a deputados suspeitos de crimes de corrupção e indicou que os nomes serão conhecidos na próxima semana.
A partir da nova sondagem é possível tirar duas conclusões: o CHEGA está acima dos 20% nas intenções de voto e os portugueses concordam com André Ventura quando diz que Montenegro “não se deve recandidatar.”
Segundo dados provisórios do RASI, a criminalidade violenta e a delinquência juvenil aumentaram em 2024 com violações a bater recordes na última década. Para André Ventura, “o que está a acontecer é uma selvajaria”.
O Presidente do CHEGA, André Ventura, criticou hoje a escolha do ex-secretário de Estado Hernâni Dias para um dos cabeças de lista do PSD nas próximas eleições legislativas, considerando que "mostra a desorientação de Luís Montenegro".