Açores batem recorde de passageiros desembarcados em aeroportos em agosto

Os Açores registaram, em agosto, um novo recorde de passageiros desembarcados em aeroportos nesse mês, com mais de 285 mil desembarques, segundo dados do Serviço Regional de Estatística (SREA), consultados hoje pela Lusa.

© D.R

“Em agosto de 2023 desembarcaram nos aeroportos dos Açores 285.023 passageiros, verificando-se uma variação positiva de 9,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior”, lê-se numa publicação sobre transportes aéreos, disponível na página da Internet do SREA.

O número de desembarques por via aérea registado na região em agosto é o mais elevado nesse mês, superando o valor de 2022 (259.916), que já tinha batido o recorde de 2019 (220.376), de acordo com os dados disponíveis na página do SREA, desde 1986​​​​​.

Foi entre os passageiros provenientes de voos interilhas que se registou o maior número de desembarques, com 137.670 viajantes.

Ainda assim, esta tipologia foi a que menos cresceu face a agosto de 2022, com uma variação de 6,5%.

Os passageiros de voos internacionais aumentaram 20,5% em comparação com o período homólogo, verificando-se um total de 43.391 desembarques.

Já os passageiros com origem noutras regiões do território nacional (continente e Madeira) atingiram os 103.962, mais 9,8% do que em agosto de 2022.

Segundo o SREA, todas as ilhas do arquipélago apresentaram variações homólogas mensais positivas no desembarque de passageiros, em agosto, ainda que a Graciosa tivesse um crescimento de 0,1%, com apenas mais quatro passageiros do que em agosto de 2022.

São Miguel foi a ilha que registou a maior subida (12,1%), seguindo-se Santa Maria (9,4%), Flores (9,3%) e Pico (8,7%).

O Corvo verificou um crescimento de 7,4%, São Jorge de 7%, a Terceira de 6,7% e o Faial de 5,1%.

Quanto ao número de passageiros embarcados, em agosto, ascendeu aos 293.436, mais 9,1% do que no período homólogo.

Os passageiros embarcados provenientes de voos interilhas cresceram 5,9%, os de voos do continente e da Madeira 9,5%, e os de voos internacionais 18,1%.

Últimas de Economia

A produção industrial recuou em maio 1,2% na zona euro e 0,3% na União Europeia (UE), face ao mês homólogo, divulga hoje o gabinete europeu de estatísticas, Eurostat.
O fisco encontrou 355 milhões de euros de vantagens patrimoniais ilegítimas nos inquéritos-crime que concluiu em 2025 e detetou outros 671 milhões de impostos em falta nas investigações em curso, segundo o último relatório de combate à fraude.
Dois anos após o lançamento das primeiras medidas da AD, os preços das casas continuam a subir a dois dígitos, num mercado onde a procura aumentou, mas a oferta continua sem responder.
Mário Centeno, ex-governador do Banco de Portugal (BdP), disse que, com base nos valores da solução anunciada hoje por Álvaro Santos Pereira para Entrecampos, os edifícios cuja compra decidiu no ano passado já valorizaram 10 milhões de euros.
O número de turistas chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste encareceu 3,08 euros na última semana, para 256,71 euros, depois da descida registada na semana anterior, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a zona euro vai crescer 0,9% este ano, uma revisão em baixa face a abril, enquanto para 2027 a projeção permanece inalterada em 1,2%, no relatório divulgado hoje.
Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.
O consumo de energia utilizado para arrefecer as habitações na União Europeia (UE) duplicou em apenas seis anos, impulsionado pelo aumento das temperaturas e pela maior utilização de sistemas de ar condicionado, anunciou hoje o Eurostat.
A produção industrial diminuiu 3,8% em 2025 com o valor de venda dos produtos e prestação de serviços nas indústrias transformadoras a fixar-se nos 110,6 mil milhões de euros, de acordo com o Intuito Nacional de Estatística (INE).