Ryanair cancela 58 voos devido à greve de pilotos na Bélgica

A companhia aérea irlandesa Ryanair cancelou 58 voos com partida ou chegada ao aeroporto de Charleroi, no sul da Bélgica, devido a uma greve de pilotos marcada para hoje e para sexta-feira, a quarta paralisação desde meados de julho.

© Ryanair

Os pilotos da companhia aérea irlandesa de baixo custo exigem a reposição dos seus salários, após os cortes realizados durante a pandemia de Covid-19 e queixam-se também de problemas com os tempos de descanso.

Entre os 14 voos cancelados que hoje deviam descolar de Charleroi, está um para Madrid e outro para Alicante, segundo o site do aeroporto belga.

Outros 14 voos, que deveriam aterrar hoje em Charleroi, foram igualmente cancelados, incluindo um voo de Madrid e outro de Alicante.

Para sexta-feira, dia 15 de setembro, foram cancelados 30 voos (15 partidas e 15 chegadas). No que se refere aos destinos, foram afetadas, nomeadamente, as ligações entre Charleroi e Castellón, Ibiza e Reus.

No seu site, o Charleroi pede aos passageiros cujos voos foram cancelados para não se deslocarem aeroporto.

Últimas de Economia

A Comissão Europeia sublinhou hoje que o sistema para o rastreio do azeite é eficaz e irá trabalhar com os Estados-membros para melhorar os controlos que estes realizam, respondendo a um relatório do auditor europeu sobre o setor.
O Banco de Portugal (BdP) encomendou uma auditoria externa aos procedimentos internos de aquisição de bens e serviços, "com especial enfoque na contratação pública na área de Sistemas de informação e de Tecnologias de Informação", anunciou a instituição.
O índice de produção na construção abrandou para 3,0% em novembro, em termos homólogos, menos 0,1 pontos percentuais que em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos portugueses movimentaram 68,9 milhões de passageiros de janeiro a novembro, mais 4,7% do que no mesmo período de 2024, enquanto o tráfego de mercadorias registou uma subida mais moderada, de 0,3%, indicou hoje o INE.
A inflação até baixou em 2025, mas a carteira dos portugueses não sentiu alívio. Carne, rendas, seguros e refeições fora de casa subiram bem acima da média, mantendo o custo de vida sob forte pressão.
A inflação homóloga nos países da OCDE, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), baixou para 3,9% em novembro de 2025, com o retorno dos preços na alimentação.
Os preços globais dos alimentos registaram uma subida média de 4,3% em 2025, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O número de despedimentos coletivos comunicados aumentou cerca de 16% até novembro de 2025, face ao período homólogo, totalizando 515, o que supera o total de todo o ano de 2024, segundo dados divulgados hoje pela DGERT.
O consumo diário de energia elétrica em Portugal voltou a bater recordes esta semana, atingindo na quinta-feira um novo máximo histórico de 192,3 Gigawatt-hora (GWh), segundo dados da REN divulgados hoje.
As exportações de bens caíram 1,7% e as importações recuaram 7,9% em novembro de 2025, em termos homólogos, acumulando um crescimento de 0,6% e 4,3% desde o início do ano, divulgou hoje o INE.