Sondagem: André Ventura à frente de António Costa e Marques Mendes para as presidenciais

A sondagem da Intercampus para o Correio da Manhã e Jornal de Negócios mostra que o Presidente do CHEGA está entre os três preferidos dos portugueses para a Presidência da República, só ultrapassado por Pedro Passos Coelho e António Guterres, ambos ex-primeiros-ministros.

© Folha Nacional

As eleições presidenciais ainda vão longe, mas já muito se tem falado de putativos candidatos. Nessa senda, a Intercampus levou a cabo uma sondagem para o Correio da Manhã e Jornal de Negócios com o objetivo de perceber quem seriam os preferidos dos portugueses para ocupar o cargo de Chefe de Estado.

Assim, o antigo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, lidera o ranking com 15,8% das preferências, seguido por António Guterres que arrecada, na sondagem, 14,8% dos votos. Na terceira posição surge André Ventura.

O Presidente do CHEGA reúne o consenso entre 9% dos inquiridos, ficando, desta forma, à frente do primeiro-ministro António Costa e do antigo líder do PSD e atual comentador televisivo, Luís Marques Mendes.

Atrás de Costa surge Gouveia e Melo e, já no final da tabela, encontramos Paulo Raimundo e Pedro Santana Lopes com 2% das intenções de voto. Pior só mesmo o atual Presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, que se fica por 1,5% das preferências.

Últimas de Política Nacional

Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.
O líder do CHEGA, André Ventura, reagiu com "estupefação" ao processo judicial anunciado pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, acusando o Governo de "opacidade e arrogância". O político insistiu ainda na exigência de esclarecimentos sobre a compra de três fragatas a Itália e sobre alegadas comissões de intermediação.
O CHEGA considerou "de uma enorme gravidade" a decisão do Presidente da República de enviar para o Tribunal Constitucional o decreto sobre retorno de estrangeiros, sustentando tratar-se de "uma irresponsabilidade".
O CHEGA defendeu ontem que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, "perdeu por completo o controlo da situação" relativa ao ministro da Administração Interna e insistiu na saída de Luís Neves do cargo.
O Ministério da Justiça (MJ) ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.