Pontes Vasco da Gama e 25 de Abril com limitações de velocidade devido ao vento

As Pontes Vasco da Gama e 25 de Abril estão hoje de manhã com limites de velocidade devido ao vento forte, disse à Lusa fonte da Lusoponte, empresa que faz a gestão destas infraestruturas.

©D.R.

A velocidade na Ponte 25 de Abril foi reduzida de 70 para 60 quilómetros por hora (km/h) e na Ponte Vasco da Gama, no sentido Norte-Sul, a velocidade máxima é agora de 80 km/h e no sentido contrário de 60 km/h devido ao vento forte.

O limite de velocidade na Ponte Vasco da Gama é de 120 Km/h, com exceção de pequenos troços.

Portugal continental está hoje a sentir os efeitos da depressão Ciáran, com vento por vezes forte, agitação marítima e precipitação, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Para hoje está previsto “um aumento da intensidade do vento, que soprará forte no litoral das regiões norte e centro, com rajadas até 90 km/h, e nas terras altas, com rajadas até 110 km/h”, podendo até superar aquele valor nos pontos mais altos da Serra da Estrela.

Por isso, o IPMA emitiu aviso amarelo de vento forte para hoje nos distritos de Viseu, Bragança, Porto, Guarda, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga.

Devido ao mau tempo, o IPMA colocou sete distritos de Portugal continental hoje e sexta-feira sob aviso vermelho devido à previsão de agitação marítima forte.

Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso vermelho entre as 09:00 de hoje e as 15:00 de sexta-feira, devido à previsão de “ondas de noroeste com altura significativa 7 a 8 metros, podendo atingir a altura máxima de 14/15 metros”.

Faro, Setúbal e Beja vão estar sob aviso laranja, entre as 15:00 de hoje até às 00:00 de sábado, também devido à previsão de agitação marítima forte, ainda de acordo com a nota do IPMA.

Os distritos de Leiria, Guarda, Santarém, Viana do Castelo, Coimbra, Castelo Branco vão estar sob aviso amarelo devido à chuva, por vezes forte, até às 09:00 de hoje

Últimas do País

Uma intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Autoestrada 2, na zona de Alcácer do Sal, terminou com a apreensão de cerca de oito mil litros de gasolina.
A Polícia Judiciária e a Autoridade Tributária desencadearam uma operação que envolve o Banco Carregosa e o Banco Angolano de Investimento Europa. Em causa está um esquema de transações imobiliárias destinado a beneficiar de isenções fiscais, com suspeitas de prejuízos de milhões de euros para o Estado.
Ana Sofia Dias, antiga presidente da Junta de Freguesia de Penha de França, em Lisboa, foi contratada pela Junta de Freguesia de Agualva e Mira Sintra, liderada pelo Partido Socialista. A ex-autarca está acusada dos crimes de corrupção passiva agravada e prevaricação no âmbito do processo Tutti-Frutti, que investiga alegadas irregularidades envolvendo antigos responsáveis autárquicos.
O ministro da Administração Interna assinou, a 6 de agosto, um despacho sobre a organização e fiscalização do SIRESP que nunca chegou a ser publicado no Diário da República.
Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.