Dívida pública recua para 270.400 milhões de euros em outubro

A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, recuou 3.000 milhões de euros em outubro em termos homólogos e 9.500 milhões de euros em cadeia, para 270.400 milhões de euros, anunciou hoje o BdP.

© Folha Nacional

Segundo o Banco de Portugal (BdP), a descida registada face a setembro “refletiu o decréscimo dos títulos de dívida (-9.100 milhões de euros), principalmente por via da amortização de uma obrigação do Tesouro, originalmente emitida em junho de 2008”.

O decréscimo da dívida pública foi acompanhado por uma redução dos ativos em depósitos das administrações públicas de 10.900 milhões de euros, pelo que, deduzida desses depósitos, a dívida pública aumentou 1.400 milhões de euros, para 252.600 milhões de euros.

Em termos homólogos, face a outubro de 2022, a dívida pública diminuiu 3.020 milhões de euros.

No terceiro trimestre deste ano, a dívida pública na ótica de Maastricht recuou para 107,5% do Produto Interno Bruto (PIB), menos 2,6 pontos percentuais do que no trimestre anterior, divulgou o BdP a 02 de novembro passado.

Em setembro de 2023, a dívida pública totalizava 279.926 milhões de euros, menos 531 milhões de euros do que em agosto, mas 231 milhões de euros acima de setembro do ano passado.

Últimas de Economia

A TAP registou um prejuízo de 99,2 milhões de euros no primeiro semestre, um aumento face às perdas de cerca de 70 milhões de euros no período homólogo, com a subida dos custos com combustível a suspensão das contas.
O ‘stock’ de empréstimos para habitação atingiu, em julho, 118.021 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 11%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.240 euros por metro quadrado em julho, mais 12 euros do que no mês anterior e 15,2% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Presidente do CHEGA quer saber quantas pessoas acumulam salários e pensões, quantas reformas ultrapassam os 5000, 8000 e 15 mil euros e quanto foi pago em suplementos. Ventura rejeita qualquer caminho para cortes nas pensões e anunciou um projeto de resolução para uma auditoria à Segurança Social.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta segunda-feira o Governo de roubar os portugueses nos combustíveis ao cobrar “um imposto ilegal”, a contribuição rodoviária, e revelou que o partido vai chamar o ministro das Finanças ao Parlamento.
O preço eficiente dos combustíveis sobe esta semana para 2.021 euros na gasolina 95 simples e 2.115 euros no gasóleo simples, adiantou hoje a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
Um trabalhador com salário médio custa 27.953 euros por ano à empresa, mas leva para casa apenas 16.184 euros. Pelo caminho, ficam 11.769 euros em impostos e contribuições.
Quase dois milhões de euros por dia chegaram à Infraestruturas de Portugal em 2025 através do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos. A verba corresponde à antiga Contribuição de Serviço Rodoviário, considerada incompatível com o direito europeu em 2022.
O presidente do CHEGA contesta as conclusões do relatório sobre a Segurança Social e expõe o Governo de estar a preparar o debate para reduzir pensões ou travar futuros aumentos. Partido mantém a proposta de baixar a idade da reforma.
O preço dos combustíveis para transporte privado subiu 16,9% na União Europeia em julho, face ao mesmo mês de 2025, com Portugal a registar uma subida na ordem dos 16,7%, segundo dados do Eurostat.