Ventura promete equiparar subsídio de risco de todas as forças de segurança ao da PJ

O presidente do CHEGA prometeu hoje equiparar o subsidio de risco de todas as forças de segurança ao da Polícia Judiciária, dizendo que “nenhuma maioria de direita existirá” sem que esta seja a primeira medida a tomar.

© Folha Nacional

“Nenhuma maioria de direita subsistirá, nenhuma maioria de direita existirá sem que a sua primeira medida seja restabelecer a equiparação de suplementos a todas as forças de segurança, a todas”, afirmou.

Esta garantia foi deixada por André Ventura na primeira vez que discursou na VI Convenção Nacional do CHEGA, que decorre até domingo em Viana do Castelo, para apresentação da moção com a qual se recandidata à liderança do partido.

“Decidi apresentar a este congresso uma nova candidatura, porque entendo que esse trabalho não está concluído na dignificação que temos de fazer de Portugal”, indicou, afirmando que o “exemplo maior” reside nas forças de segurança, que estão em protesto há vários dias.

O líder do CHEGA considerou que os agentes “não pedem nada de extraordinário” e “dão a vida pela segurança” dos portugueses, mas “não têm nenhum reconhecimento do Estado e sentem as suas vidas cada vez mais em perigo”.

Últimas de Política Nacional

Referências às FP-25 e acusações sobre a Constituinte levam antigos deputados da extrema-esquerda e da esquerda a sair do hemiciclo em protesto. "Essa é a verdade! Não vale a pena sair porque a verdade continuará a ser dita da mesma forma", diz o presidente do CHEGA quando começam a abandonar a sala.
André Ventura defende a abertura de um debate e a revisão da Constituição, no ano em que se assinalam os seus 50 anos, criticando referências à extrema-esquerda e recordando vítimas de violência política.
O CHEGA apresentou um projeto de resolução no Parlamento onde defende um reforço das medidas de proteção para os cidadãos portugueses e lusodescendentes que vivem na Venezuela, face à instabilidade política e social que continua a marcar o país.
Portugal passa a ter uma nova lei da nacionalidade, com o CHEGA a garantir a introdução da perda de nacionalidade para condenados por crimes graves.
O presidente do CHEGA propõe a criação de uma pena acessória de perda de nacionalidade para condenados e rejeita a atribuição meramente formal da cidadania, defendendo uma ligação efetiva a Portugal.
A nova empresa do ex-ministro do Ambiente do PS Duarte Cordeiro, a consultora Shiftify, concentra figuras com ligações ao Partido Socialista na sua estrutura.
O CHEGA garantiu a aprovação de um conjunto de alterações profundas ao modelo de mobilidade aérea para as Regiões Autónomas, numa decisão que o partido considera essencial para pôr fim às falhas que têm marcado o acesso às ligações entre o continente, a Madeira e os Açores.
O presidente do CHEGA revelou hoje que não foi possível chegar a acordo sobre a lei da nacionalidade e vai avançar com “propostas próprias e autónomas”, acusando o PSD de não conseguir “ser menos socialista do que os socialistas”.
O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.