Custos médios do trabalho sobem para 31,8 euros/hora na zona euro em 2023

Os custos horários médios do trabalho em toda a economia aumentaram para os 31,8 euros na União Europeia (UE) e os 35,6 euros na zona euro em 2023, divulga hoje o Eurostat.

© D.R.

De acordo com os dados do serviço estatístico europeu, em 2022, o indicador fixou-se nos 30,2 euros no conjunto dos 27 Estados-membros e nos 34,0 euros nos países da área do euro.

Entre os Estados-membros, os custos horários médios do trabalho apresentaram, em 2023, grande variação, com os mais baixos a serem registados na Bulgária (9,3 euros), Roménia (11,0 euros) e Hungria (12,8 euros) e os mais altos no Luxemburgo (53,9 euros), Dinamarca (48,1 euros) e Bélgica (47,1 euros).

Em Portugal, o indicador avançou dos 16,1 euros em 2022 para os 17,0 em 2023, o décimo mais baixo da UE.

Últimas de Economia

Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.
A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.
O Banco de Portugal prevê um défice de 0,2% do PIB este ano, mais pessimista do que a previsão de um saldo nulo do Governo, e um saldo negativo de 0,5% em 2027 e 2028.
O Banco Central Europeu (BCE) vai reunir-se esta quarta e quinta-feira e a expectativa dos analistas aponta para uma subida dos juros em 25 pontos base.
Os portugueses continuam a pagar cada vez mais para levar exatamente os mesmos produtos para casa. O cabaz alimentar voltou a aumentar e já custa quase mais 38% do que custava há pouco mais de quatro anos.
Os consumidores em Portugal contrataram em abril 881,1 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 13,6%, enquanto o número de novos contratos avançou para 146.018, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As remunerações dos novos depósitos a prazo aumentaram em abril pelo terceiro mês consecutivo, para 1,44%, uma tendência em linha com a zona do euro, apesar de continuar abaixo do selecionado no mês homólogo, divulgou hoje o BdP.
A economia da zona euro teve um aumento homólogo de 0,3% até março, e o da União Europeia de 0,7%, divulgou o Eurostat, revendo em baixa a estimativa publicada em abril de, respetivamente, 0,8% e 1,0%.
As licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais caíram 10,2% no primeiro trimestre, em termos homólogos, enquanto os novos fogos licenciados recuaram 4,7% e o consumo de cimento subiu 2,2%, segundo a AICCOPN.
O preço da gasolina deverá manter-se na próxima semana e o do gasóleo subir 4,5 cêntimos, segundo as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (Anarec) cedidas à Lusa.