Sentimento económico recua em maio na UE e zona euro

O indicador de sentimento económico aumentou ligeiramente, em maio, tanto na UE (0,3 pontos, para 96,5) como na zona euro (0,4 pontos, para 96,0), mantendo-se abaixo da média de longo prazo (100), divulga hoje a Comissão Europeia.

© D.R.

Segundo dados da Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros do executivo comunitário, entre as cinco maiores economias da UE, o sentimento económico melhorou significativamente para a França (1,5) e os Países Baixos (1,1) e mais moderadamente para a Alemanha e a Itália (0,8 cada), enquanto se deteriorou acentuadamente para a Espanha (-3,2) e a Polónia (-1,5).

Considerando as componentes do indicador, a confiança nos serviços e dos consumidores melhorou, tendo-se mantido estável na indústria e recuado nos setores da construção e comércio de retalho.

Já o indicador das expectativas de emprego recuou, em maio, 0,4 pontos na UE, para os 101,2, e 0,3 pontos na área do euro, para os 101,3.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 369,7 milhões de euros em fevereiro, uma subida de 5,8 milhões de euros face ao período homólogo e de 34,5 milhões face a janeiro, foi hoje anunciado.
Os preços das casas estão a aumentar ininterruptamente em Portugal desde que o primeiro governo de Luís Montenegro tomou posse, em 02 de abril de 2024, contribuindo para agravar uma crise ainda sem solução à vista.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 1.560 milhões de euros em fevereiro, para 282.711,2 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).