Exportações e importações sobem 15,5% e 13,5% em abril

As exportações e as importações de bens aumentaram 15,5% e 13,5% em termos nominais, respetivamente, em abril face ao mesmo mês de 2023, após terem recuado 13,6% e 15,3% em março, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

© D.R.

 

O INE destaca, quer nas exportações, quer nas importações, os acréscimos de combustíveis e lubrificantes (+56,0% e +22,1%, respetivamente), notando que, “no caso das importações, esta variação ficou a dever-se, essencialmente, aos aumentos em volume (+58,9%) e de preços (+8,1%) dos óleos brutos de petróleo.

Salienta ainda os acréscimos nas exportações de material de transporte (+23,2%) e de produtos alimentares (+31,9%) e nas importações de fornecimentos industriais (+9,0%) e de máquinas e outros bens de capital (+14,0%).

Excluindo combustíveis e lubrificantes, registaram-se em abril subidas de 12,5% nas exportações e nas importações (-13,6% e -12,8%, respetivamente, em março de 2024).

Últimas de Economia

O passe que permitirá utilizar os transportes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto foi adiado três meses. O Governo prevê um acréscimo de dez euros ao preço do passe e admite implementar o sistema nacional numa segunda fase.
O preço eficiente do gasóleo aumentou, esta semana, 1,2% para 2,289 euros, indicou hoje a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
A prestação média mensal dos empréstimos para habitação própria permanente atingiu em setembro os 450 euros, o valor mais alto desde o início da série, em 2018, e mais 9% em termos homólogos, divulgou hoje o BdP.
As instituições de crédito em Portugal concederam em setembro 2.171 milhões de euros para novos empréstimos à habitação, um aumento de 4,2% em termos homólogos, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As dificuldades económicas estão a condicionar os projetos familiares dos mais novos. Metade dos jovens adia a decisão de ter filhos devido à insegurança financeira.
As previsões do Governo apontam para a manutenção da taxa-base máxima dos Certificados de Aforro no próximo ano. A evolução da Euribor deverá permitir que os portugueses continuem a receber juros de 2,5% na série F.
O Estado desembolsou 138,8 milhões de euros para comprar a participação da Fidelidade na REN. O valor pago inclui um prémio de 8,34% face à média de mercado dos últimos seis meses.
O défice do Serviço Nacional de Saúde (SNS) deverá mais do que duplicar no próximo ano, agravando-se em 1.377 milhões de euros. Apesar da intenção de reduzir os gastos com bens e serviços, a despesa aumentou 9,3% em 2026 e deverá continuar a subir.
A receita fiscal do Estado totalizou 51.161,9 milhões de euros até setembro, crescendo 6,5% em relação aos nove primeiros meses de 2025, impulsionada pelo IRS e IVA, indicam dados hoje divulgados pela Entidade Orçamental (EO).
A prestação da casa vai subir em novembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações feitas pela Deco Proteste para a agência Lusa.