Preço médio da habitação sobe 5% no 1.º trimestre

O preço médio da habitação subiu 5% no primeiro trimestre, para 1.644 euros por metro quadrado (euros/m2), tendo acelerado em 14 dos 24 municípios mais populosos, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), hoje divulgados.

©D.R.

Dos 14 municípios populosos, destacaram-se o Funchal com mais 17,6 pontos percentuais, o município do Porto, com um acréscimo de 3,6 pontos, e o de Lisboa, que acelerou 0,5 pontos percentuais.

Os municípios de Lisboa (4.190 euros/m2), Cascais (3.881 euros/m2) e Oeiras (3.281 euros/m2) apresentaram os preços da habitação mais elevados.

No sentido oposto, registou-se um abrandamento dos preços da habitação em dez dos 24 municípios com mais de 100.000 habitantes.

Na Grande Lisboa e na Área Metropolitana do Porto, o preço médio das transações efetuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou em 82,3% e 47,5%, respetivamente, o preço das transações por compradores com domicílio fiscal em território nacional.

O preço médio da habitação aumentou, em relação ao período homólogo de 2023, em 19 das 26 sub-regiões NUTS III (nomenclatura de Unidades Territoriais para fins estatísticos), com destaque para o Baixo Alentejo, que cresceu 28,5%.

Últimas de Economia

O presidente do CHEGA considera que o diploma, "tal como está, não serve" e alerta para o aumento do custo da habitação. Ventura diz que as rendas estão a subir "brutalmente" e considera as medidas prejudiciais tanto para proprietários como para arrendatários.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa ficou ainda mais caro. Novos contratos atingiram uma renda mediana de 10,17 euros por metro quadrado entre abril e junho, mais 10,2% do que há um ano. Lisboa continua no topo, com 17,79 euros por metro quadrado.
Escalada dos juros junta-se ao aumento dos combustíveis e dos preços no supermercado. Quase um milhão de famílias com crédito à habitação a taxa variável estão expostas às oscilações da Euribor e, em alguns casos, a prestação mensal já aumentou mais de 100 euros.
As principais bolsas europeias abriram hoje em alta, atentas de novo à evolução do preço do petróleo, que está a subir, e dos juros das dívidas soberanas, que continuam em alta.
O líder parlamentar do CHEGA saiu da reunião com o Governo a criticar as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2027. Pedro Pinto acusa o Executivo de não apresentar medidas para responder às dificuldades dos portugueses e lamenta a ausência de novas descidas de impostos.
Quase sete em cada dez empresas ouvidas pela Deloitte dão nota negativa ao sistema fiscal português e 97% consideram-no complexo. Justiça tributária, burocracia e carga fiscal estão entre os principais entraves apontados à competitividade e ao investimento em Portugal.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) fechou nove processos de contraordenação em 2025, onde foram aplicadas 10 coimas e uma admoestação, no valor total de 148.750 euros.
A aproximação do fim dos prazos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) terá levado várias entidades públicas a acelerar procedimentos e contratos. Universidade Nova de Lisboa assinou 12 contratos, no valor global de 2,06 milhões de euros, entre meados e o final de junho.
O nível de atividade de reabilitação urbana recuou ligeiramente em agosto, enquanto a carteira de encomendas manteve uma evolução positiva, segundo o barómetro hoje divulgado pela associação setorial AICCOPN.