Presidente de República remete para a semana posição sobre pedido para depor

O Presidente de República, remeteu para a próxima semana a sua decisão em resposta ao pedido para depor na comissão parlamentar de inquérito sobre o caso das gémeas com atrofia muscular espinhal tratadas no Hospital de Santa Maria.

© Facebook da Presidência da República

A Assembleia da República enviou na passada sexta-feira por carta o pedido a Marcelo para depor na comissão de inquérito.

“Para a semana depois eu direi qual é a minha posição sobre a carta”, declarou o Chefe de Estado, esta terça-feira, numa visita ao Centro Infantil dos Olivais Sul, em Lisboa.

O Presidente da República diz remeter esta decisão para a próxima semana pois tem uma série de decretos da Assembleia da República para analisar e “mais dois diplomas sobre matérias diferentes, do Governo”.

Em conformidade com o Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares, “o Presidente da República, bem como os ex-presidentes da República por factos de que tiveram conhecimento durante o exercício das suas funções e por causa delas, têm a faculdade, querendo, de depor perante uma comissão parlamentar de inquérito, gozando nesse caso, se o preferirem, da prerrogativa de o fazer por escrito”.

Na mesma terça-feira, o Presidente promulgou sete decretos da Assembleia da República sobre IRS, incluindo redução de taxas, IVA da eletricidade e eliminação de portagens, afirmando numa nota publicada no site da Presidência da República que os diplomas “terão de encontrar cobertura no Orçamento do Estado para 2025, a fim de poderem ser executados”.

Últimas de Política Nacional

O primeiro-ministro regressa esta quinta-feira ao parlamento para um debate quinzenal que deverá centrar-se na resposta do Governo às consequências do mau tempo e que foi adiado por duas vezes na semana passada.
Entre devoluções e penalizações que rondam os 85 mil euros, o vereador do PSD permanece no executivo da Maia. O presidente da Câmara reafirma a confiança política.
A vítima não deve ser obrigada a sair de casa para se proteger do agressor. É este o princípio que sustenta o novo projeto de lei apresentado pelo CHEGA, que pretende permitir o afastamento imediato dos suspeitos de violência doméstica, mesmo antes de decisão judicial definitiva.
Subsídio de reintegração pago por Bruxelas eleva rendimentos de governantes portugueses para patamares próximos dos 11 mil euros mensais. Benefício não é automático, tem de ser pedido.
Para o presidente do CHEGA, a decisão de não prolongar o estado de calamidade ignora a realidade no terreno e deixa famílias e empresas à mercê do prejuízo.
O candidato presidencial André Ventura agradeceu aos eleitores que votaram em si nas eleições presidenciais "por acreditarem num país diferente".
O valor de referência do Rendimento Social de Inserção (RSI) vai aumentar 5,33 euros, segundo portaria hoje publicada.
Pontes, barragens e outras infraestruturas públicas críticas poderão vir a ser alvo de uma avaliação técnica urgente, caso seja aprovada uma proposta apresentada pelo CHEGA na Assembleia da República.
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho acusou hoje governantes de viciarem concursos para altos cargos na administração pública, afirmando que "a maior parte das pessoas que concorrem sabe que já está tudo decidido antes do concurso ser feito".
O apuramento dos votos da emigração em 107 consulados, referentes à segunda volta das eleições presidenciais, deu a vitória a André Ventura com 50,81%, segundo os dados publicados pelo Ministério da Administração Interna (MAI).