Presidente de República remete para a semana posição sobre pedido para depor

O Presidente de República, remeteu para a próxima semana a sua decisão em resposta ao pedido para depor na comissão parlamentar de inquérito sobre o caso das gémeas com atrofia muscular espinhal tratadas no Hospital de Santa Maria.

© Facebook da Presidência da República

A Assembleia da República enviou na passada sexta-feira por carta o pedido a Marcelo para depor na comissão de inquérito.

“Para a semana depois eu direi qual é a minha posição sobre a carta”, declarou o Chefe de Estado, esta terça-feira, numa visita ao Centro Infantil dos Olivais Sul, em Lisboa.

O Presidente da República diz remeter esta decisão para a próxima semana pois tem uma série de decretos da Assembleia da República para analisar e “mais dois diplomas sobre matérias diferentes, do Governo”.

Em conformidade com o Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares, “o Presidente da República, bem como os ex-presidentes da República por factos de que tiveram conhecimento durante o exercício das suas funções e por causa delas, têm a faculdade, querendo, de depor perante uma comissão parlamentar de inquérito, gozando nesse caso, se o preferirem, da prerrogativa de o fazer por escrito”.

Na mesma terça-feira, o Presidente promulgou sete decretos da Assembleia da República sobre IRS, incluindo redução de taxas, IVA da eletricidade e eliminação de portagens, afirmando numa nota publicada no site da Presidência da República que os diplomas “terão de encontrar cobertura no Orçamento do Estado para 2025, a fim de poderem ser executados”.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.
A Assembleia Municipal de Oeiras rejeitou uma proposta apresentada pelo CHEGA que defendia a transmissão pública das reuniões da Câmara Municipal e das Assembleias de Freguesia do concelho.
O CHEGA entregou este domingo a proposta de constituição de um inquérito parlamentar à Operação Influencer para aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro António Costa em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para impedir o enfraquecimento das competências do Tribunal de Contas (TdC) e manter o atual sistema de visto prévio sobre contratos públicos.
O presidente do CHEGA contestou a maioria de direita a reconfirmar o decreto que prevê a perda da nacionalidade, apesar do chumbo do Tribunal Constitucional, defendendo que, em alternativa, deve ser realizado um referendo sobre esta matéria.
O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.