Sondagem CM/Negócios: Guterres, Passos e Ventura lideram corrida a Belém

A corrida às eleições presidenciais de 2026 em Portugal já começa a ganhar forma, com três nomes de peso a destacarem-se na preferência dos eleitores: António Guterres, Pedro Passos Coelho e André Ventura.

© Folha Nacional

A recente sondagem da Intercampus, publicada esta quinta-feira pelo Correio da Manhã, coloca António Guterres com 19,3% das intenções de voto dos inquiridos, Pedro Passos Coelho com 14,1% e logo a seguir André Ventura com 11,4%, fazendo assim com que estes sejam os três principais candidatos na corrida ao Palácio de Belém.

O ex-Primeiro-Ministro socialista, António Guterres, acabou por beneficiar após a saída de António Costa da lista de potenciais candidatos, uma vez que este irá assumir a presidência do Conselho Europeu.

Já Pedro Passos Coelho, em relação à última sondagem, sobe ligeiramente, uma vez que em abril tinha 12,5%.

Também André Ventura registou uma subida destacada, passando de 7,7% das intenções de voto para 11,4%.

A consolidação do partido CHEGA como a terceira força política do País é uma das justificações para o crescimento do seu líder André Ventura.

Últimas de Política Nacional

Ventura referiu que o CHEGA deu margem ao PSD para mudar o pacote laboral, acreditando que o partido pudesse afastar-se “dos velhos vícios políticos”.
O CHEGA reclamou hoje uma "grande vitória" na revisão constitucional e considerou haver condições para alterar a Lei Fundamental, após o acordo com o PSD que estima a conclusão do processo até ao final da próxima sessão legislativa.
O CHEGA vai votar contra a autorização legislativa pedida pelo Governo para legislar por decreto sobre a criação da Prestação Social Única, anunciou o líder do partido, defendendo uma "discussão aprofundada" no parlamento sobre este tema.
O CHEGA recebeu ‘luz verde’ para levar a plenário o seu requerimento para ser reapreciado o decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, diploma chumbado pelo Tribunal Constitucional.
O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.