Fisco reembolsa 3.100 milhões em 6 milhões de declarações de IRS

A Autoridade Tributária e Aduaneira liquidou cerca de seis milhões de declarações de IRS relativas a rendimentos de 2023 até 1 de agosto, mais 1,1% em termos homólogos, tendo reembolsado cerca de 3.100 milhões de euros.

©Facebook da Autoridade Tributária e Aduaneira

O balanço hoje divulgado pelo Ministério das Finanças refere que mais de três milhões originaram reembolsos no montante global de 3.100 milhões de euros, num aumento de 59,5 milhões de euros face ao mesmo período do ano passado.

Por sua vez, foram emitidas 1,2 milhões de notas de cobrança, no valor de 2.200 milhões de euros e numa quebra de 596 milhões de euros em termos homólogos.

Segundo o Ministério das Finanças, já foram pagos 2,9 milhões de reembolsos num montante total próximo de 3.000 milhões de euros, num prazo médio de 24,2 dias.

No caso dos reembolsos do IRS Automático, o prazo médio para o pagamento foi de 12,9 dias.

Últimas de Economia

O Governo reduziu o desconto em vigor no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP), aplicável à gasolina sem chumbo e ao gasóleo rodoviário, anulando parte da descida do preço dos combustíveis prevista para a próxima semana.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas situaram-se em 870,5 milhões de euros até outubro, com um aumento de 145,4 milhões de euros face ao mesmo período do ano anterior, segundo a síntese de execução orçamental.
O alojamento turístico teve proveitos de 691,2 milhões de euros em outubro, uma subida homóloga de 7,3%, com as dormidas de não residentes de novo a subir após dois meses em queda, avançou hoje o INE.
A taxa de inflação homóloga abrandou para 2,2% em novembro, 0,1 pontos percentuais abaixo da variação de outubro, segundo a estimativa provisória divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O ‘stock’ de empréstimos para habitação acelerou em outubro pelo 22.º mês consecutivo, com um aumento homólogo de 9,4% para 109.100 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A proposta de lei de Orçamento do Estado para 2026 foi hoje aprovada em votação final global com votos a favor dos dois partidos que apoiam o Governo, PSD e CDS-PP, e com a abstenção do PS. Os restantes partidos (CHEGA, IL, Livre, PCP, BE, PAN e JPP) votaram contra.
O corte das pensões por via do fator de sustentabilidade, aplicado a algumas reformas antecipadas, deverá ser de 17,63% em 2026, aumentando face aos 16,9% deste ano, segundo cálculos da Lusa com base em dados do INE.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em novembro, após dois meses de subidas, enquanto o indicador de clima económico aumentou, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os gastos do Estado com pensões atingem atualmente 13% do PIB em Portugal, a par de países como a Áustria (14,8%), França (13,8%) e Finlândia (13,7%), indica um relatório da OCDE hoje divulgado.
Os prejuízos das empresas não financeiras do setor empresarial do Estado agravaram-se em 546 milhões de euros em 2024, atingindo 1.312 milhões de euros, com a maioria a apresentar resultados negativos, segundo um relatório do Conselho das Finanças Públicas (CFP).