Montenegro rejeita exigências do CHEGA e aproxima-se do PS para negociar o OE25

© Facebook/PSD

O atual líder do executivo, Luís Montenegro, rejeitou aquelas que seriam as exigências do CHEGA no que diz respeito ao combate à corrupção e ao controlo da imigração ilegal, preferindo negociar as medidas para o Orçamento do Estado de 2025 (OE25) com o Partido Socialista.

Para o CHEGA, medidas de controlo à imigração ilegal e leis que combatam a corrupção são fundamentais para serem incluídas no documento uma vez que para o partido estes são dois dos grandes problemas que afetam Portugal e que impedem o país de evoluir.

O ponto de rutura nas negociações orçamentais entre o Governo e o CHEGA aconteceu quando o executivo de Montenegro rejeitou todas aquelas que seriam medidas fundamentais para o partido CHEGA, somado ao facto de PS e PSD já estarem em negociações secretas.

André Ventura, que não poupa esforços em acusar Montenegro de “trair o eleitorado da Direita” e de “ceder ao socialismo do PS” alertou ainda, em declarações aos jornalistas, para o facto de Luís Montenegro e o ser Governo não serem “de confiança”.

Luís Montenegro “desbaratou a hipótese de uma maioria de direita” afirmou o líder do CHEGA, concluindo que “agora vêm lançar no CHEGA o anátema de não ter conseguido dar estabilidade ao país”.

Últimas de Política Nacional

Henrique Chaves, militante n.º 2 do PSD, anuncia voto em André Ventura e deixa uma crítica devastadora à direita tradicional, que acusa de viver presa ao passado e sem conteúdo político.
O candidato presidencial André Ventura, apoiado pelo CHEGA, indicou hoje que não está preocupado com eventuais efeitos do mau tempo na votação para as eleições do próximo domingo, e disse estar focado nas necessidades das populações.
André Ventura continua a subir, consolida terreno e já alcança 32,2% das intenções de voto quando são considerados os indecisos, segundo a sondagem diária da CNN Portugal.
O candidato presidencial André Ventura não respondeu às críticas do presidente da Câmara de Leiria por ter iniciativas de campanha nesta região afetada pelo mau tempo e considerou tratar-se de "picardias políticas".
O candidato presidencial André Ventura defendeu hoje uma “profunda auditoria” à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), acusando o Governo de “desleixo” na resposta à depressão Kristin.
O parlamento decidiu por unanimidade hoje suspender os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito (CPI) ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) durante a próxima semana, devido à segunda volta das eleições presidenciais.
PSD e CDS reprovaram hoje uma resolução do CHEGA para que o Governo agisse no sentido de impor a toda a rede consular portuguesa "informação clara e atualizada" visando facilitar o voto nas eleições presidenciais.
O Governo decidiu pagar 4404 euros brutos mensais a cada um dos quatro consultores do grupo de trabalho para a reforma do Estado, num total de 17 616 euros por mês — salários acima dos cargos máximos da Administração Pública.
Para André Ventura, a resposta do Estado aos estragos causados pela tempestade Kristin falhou no tempo e na liderança, com decisões tardias e ausência no terreno quando as populações mais precisavam.
A tempestade 'Kristin' deixou vítimas mortais e voltou a expor falhas graves na resposta do Estado. No Parlamento, o líder parlamentar do CHEGA acusou o PS de ter uma “memória curta” e de nunca ter corrigido erros estruturais que continuam a custar vidas.