Alojamento turístico com 3,2 milhões de hóspedes em julho mantém tendência de abrandamento

O alojamento turístico registou 3,2 milhões de hospedes e 9,0 milhões de dormidas em julho, refletindo subidas homólogas de 1,5% e 2,1%, respetivamente, mantendo tendência de abrandamento, divulgou hoje o INE.

© D.R.

 

Segundo as estatísticas da atividade turística do Instituto Nacional de Estatística (INE), os aumentos registados em julho comparam com as subidas de 6,8% nos hóspedes e de 5,0% nas dormidas observadas em junho.

O crescimento homólogo do número de hóspedes reflete variações opostas entre os residentes em Portugal e os residentes no estrangeiro, com os dados a revelarem que em julho os primeiros recuaram 3,4% enquanto os segundos subiram 4,6%.

Em junho, tanto os hospedes residentes em Portugal como os residentes no estrangeiro evidenciaram crescimentos homólogos (de 6,8% e 6,7%, respetivamente).

Últimas de Economia

Portugal dispõe de reservas para 93 dias de consumo, num cenário de disrupção, indicou a ENSE, ressalvando que as importações nacionais não têm exposição a Ormuz nas quantidades de mercadorias adquiridas e transportadas.
A referência europeia para o preço do gás natural, o contrato TTF (Title Transfer Facility) negociado nos Países Baixos, subiu mais de 33% por volta das 09:40 (hora de Portugal Continental), justificado pela nova onda de ataques no Irão.
O índice de produção industrial registou uma variação homóloga de 1,2% em janeiro, 0,5 pontos percentuais (p.p.) inferior à observada em dezembro, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 6,1 mil milhões de euros em janeiro, para 280.857 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
A bolsa de Lisboa negocia hoje em baixa, com 15 títulos do PSI a descer, orientados pelos do BCP (-4,33% para 0,85 euros), e com os da Galp a subir 5,68%.
A inflação aumentou para 2,1% em fevereiro de 2026, ficando 0,2 pontos percentuais acima da variação de janeiro, estimou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
A bolsa de Lisboa negociava hoje em alta, com o PSI a subir para um novo máximo desde junho de 2008 e com a EDP Renováveis a valorizar-se 2,82% para 13,51 euros.
O cabaz de bens essenciais encareceu 37,8% e custa agora mais 69,56 euros desde o início da guerra na Ucrânia. Fevereiro trouxe novo máximo histórico: 253,19 euros por 63 produtos básicos, segundo a DECO PROteste.
Os empréstimos para habitação cresceram 10,4% em janeiro, em termos anuais, a maior taxa de crescimento anual desde fevereiro de 2006, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
O líder do CHEGA defendeu, esta quarta-feira, uma isenção prolongada de IMI para as casas e empresas localizadas nos municípios afetados pelas intempéries e indicou que o Governo "admitiu a possibilidade" de estudar esta medida, desde que com critérios.