Última fase do concurso de acesso ao ensino superior começa hoje com 3.030 vagas

Os alunos podem a partir de hoje candidatar-se à 3.º fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES), havendo 3.030 vagas em cursos universitários e politécnicos.

©D.R.

Esta é a última oportunidade para os alunos concorrem este ano ao ensino superior, estando as candidaturas abertas entre hoje e terça-feira, segundo o calendário da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

As vagas das instituições estão disponíveis no ‘site’ da DGES, sendo que mais uma vez há ligeiramente mais lugares em institutos politécnicos do que em universidades.

De acordo com os dados a que a Lusa teve acesso, há apenas 10 cursos com mais de 20 vagas e situam-se nos institutos politécnicos de Santarém, Setúbal e Leiria e nas universidades de Lisboa, Porto e Trás-os-Montes e Alto Douro.

O curso de Agronomia do Instituto Politécnico de Santarém – Escola Superior Agrária destaca-se por ser o que apresenta mais lugares (31 vagas).

Os alunos poderão concorrer às 3.030 vagas de 634 cursos, sendo que 174 terão apenas um lugar.

Haverá também mais 10 vagas para o curso de enfermagem na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e outras três para a escola do Porto.

Na 2.º fase ficaram colocados cerca de oito mil estudantes e sobraram quase quatro mil vagas, mas as instituições têm autonomia para decidir se querem disponibilizar todos esses lugares.

A regra é que as vagas da 3.º fase sejam em número igual ou inferior às vagas sobrantes da 2.ª fase.

Até ao momento, mais de 50 mil alunos já conseguiram um lugar num curso universitário ou politécnico, segundo os resultados das 1.º e 2.º fases de CNAES.

Na 1.ª fase, ficaram colocados 49.963, mas apenas 45.268 (91%) efetuaram a matrícula e inscrição.

Já na 2.º fase, cujo resultado foi conhecido há uma semana, ficaram colocados cerca de oito mil alunos.

Os resultados da 3.º fase serão conhecidos a 30 de setembro, dia em que começam as matrículas e inscrições que terminam a 02 de outubro.

Últimas do País

Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público.
Um homem, de 44 anos, ficou em prisão preventiva, na ilha de São Miguel, Açores, por ser suspeito de 29 crimes, entre os quais de condução ilegal, coação sobre funcionário e ofensas à integridade física, anunciou hoje a PSP.
O novo sistema informático de colocação de médicos no internato da especialidade começou a funcionar, mas as primeiras 161 colocações ficaram marcadas por falhas. O processo teve de ser repetido, aumentando a desconfiança entre os candidatos.
Um jovem foi atingido por dois tiros durante um ataque protagonizado por quatro homens encapuzados, a poucos metros da Câmara Municipal da Amadora. Os suspeitos fugiram e a Polícia Judiciária está a investigar o caso.
O Governo investiu milhões de euros na expansão da rede de creches, mas a oferta continua a não chegar para todas as crianças. Nem os fundos do PRR nem o programa Creche Feliz conseguiram eliminar a falta de vagas.
Milhões de euros em refeições escolares continuam por pagar, deixando as autarquias com encargos acumulados. Os pagamentos em atraso dizem respeito às refeições fornecidas aos alunos nas escolas.
Um administrador de insolvências foi condenado a oito anos e seis meses de prisão por envolvimento num esquema de burlas que ultrapassou um milhão de euros. Os lucros obtidos através das operações fraudulentas eram colocados em nome da namorada.
A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.