Preço do ouro marca novo máximo histórico

O preço do ouro fixou hoje um novo máximo histórico, acima dos 2.670 dólares por onça, mas quando os mercados europeus encerraram seguia a 2.656 dólares (2.384 euros).

© D.R.

Segundo analistas, a subida do ouro deve-se à descida das taxas de juro na Europa e nos Estados Unidos, às compras deste metal pelos bancos centrais e ao aumento da tensão no Médio Oriente.

O ouro atingiu um novo máximo durante a madrugada, ao chegar aos 2.670,7 dólares, mas quando encerraram os principais mercados europeus perdia 0,59% e seguia a 2.656,5 dólares, segundo dados da Bloomberg citados pela agência EFE.

Desde o início do ano, o ouro regista uma valorização de quase 29% e mantém a tendência de subida desde que o Banco Central Europeu (BCE) decidiu cortar de novo as taxas de juro em 25 pontos base, há duas semanas.

Contudo, os máximos têm sido renovados com mais intensidade desde que na semana passada a Reserva Federal norte-americana anunciou um corte mais agressivo das suas taxas de juro de 50 pontos base.

Últimas de Economia

As portagens das autoestradas poderão aumentar 3,82% em 2027, a confirmar-se a estimativa da taxa de inflação homóloga para outubro, sem habitação, divulgada hoje pelo INE, acrescida dos 0,1% de compensação às concessionárias.
A Caixa Geral de Aposentações reduziu o valor de três mil reformas devido a um erro nos cálculos. Um aposentado de 65 anos perdeu 51 euros mensais e admite regressar ao trabalho para compensar o corte.
O CHEGA/Açores alertou hoje para o desinvestimento do Governo Regional na ilha de São Miguel, destacando que o investimento por habitante previsto para 2027 é de 2.739 euros, inferior à média regional de 4.099 euros.
O sentimento económico na União Europeia e na zona euro recuou em outubro pelo segundo mês consecutivo, com uma quebra de 0,6 nas duas áreas face a setembro, fixando-se nos 96,9 pontos, divulgou hoje a Comissão Europeia.
Com os preços dos combustíveis e dos alimentos a pressionarem os orçamentos familiares e a habitação a continuar inacessível para muitos, o ministro das Finanças apresenta um retrato mais otimista: os portugueses têm melhores salários, maior poder de compra e vivem melhor do que em 2024.
O Banco Mundial prevê uma subida acumulada de 18% nos preços dos alimentos entre 2025 e 2027. Os conflitos internacionais estão a pressionar o abastecimento e os custos da energia, que deverão aumentar 32% este ano.
O preço médio da eletricidade pago pelos consumidores domésticos no mercado livre mantém-se acima do praticado no mercado regulado desde meados de 2023, embora a diferença tenha diminuído ao longo de 2025, segundo um relatório da ERSE.
A taxa de poupança das famílias diminuiu no segundo trimestre de 2026 na área do euro, na União Europeia (UE) e em Portugal, com recuos de 0,2, 0,3 e 0,5 pontos percentuais, respetivamente, face ao trimestre anterior.
Os contribuintes poderão receber menos dinheiro do Fisco em 2027. Segundo o Jornal de Notícias, o benefício sentido nos salários de novembro poderá traduzir-se numa redução de 70% dos reembolsos de IRS.
As famílias com rendimentos intermédios suportam o maior peso do imposto sobre combustíveis em proporção dos seus rendimentos. Um estudo revela que o Estado arrecadou mais de 3,7 mil milhões de euros com este imposto em 2025.