AMA diz que já há serviços operacionais e alerta para eventuais falsos pedidos de senhas

A Agência para a Modernização Administrativa (AMA) informou hoje que "alguns serviços já se encontram operacionais", depois do ciberataque que foi alvo e alertou que caso existam eventuais contactos com pedidos para recuperar credenciais estes "devem ser ignorados".

© LUSA/ MIGUEL A. LOPES

Em comunicado, a AMA informa que, “em virtude dos trabalhos realizados para reduzir o impacto do ataque informático [‘ransomware’] de que foi alvo no dia de ontem [quinta-feira], alguns serviços já se encontram operacionais, permitindo o restabelecimento progressivo do atendimento nas Lojas de Cidadão, bem como o acesso a outras plataformas e serviços digitais”.

A Agência de Modernização Administrativa “continua determinada em repor a normalidade dos serviços, estando em curso os trabalhos necessários para o efeito em estreita colaboração com as autoridades nacionais competentes em matéria de cibersegurança e cibercrime para restabelecer, de forma segura, o pleno funcionamento das nossas operações”, acrescenta.

A AMA ressalva que, “no caso de existirem eventuais contactos, através de qualquer canal, com pedidos de informações pessoais para recuperação de credenciais da Chave Móvel Digital, estes devem ser ignorados” e agradece a “compreensão de todas as entidades parceiras e trabalhadores” da agência “no restabelecimento da operação, bem como a compreensão de todos os cidadãos e empresas que possam estar afetados com os constrangimentos em causa”.

O ciberataque levou uma disrupção na rede da AMA, tendo o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) avançado que havia um “impacto substancial ao nível dos serviços suportados por esta entidade, tais como a Autenticação.Gov e o Gov.ID”, estando a acompanhar a situação.

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.