Petição contra André Ventura e Pedro Pinto está a ser manipulada por perfis falsos e é uma fraude

Nos últimos dias tem circulado uma petição contra André Ventura e Pedro Pinto, que tem sido amplamente difundida pelos meios de comunicação ao serviço da extrema-esquerda, a propósito do posicionamento do partido em apoio aos polícias e contra a “bandidagem”, como descreveu o presidente do CHEGA.

© Folha Nacional

 

O Folha Nacional (FN) recebeu várias denúncias que levantam suspeitas de fraude nessa mesma petição e que os números a que chegou não são verdadeiros.

Após uma breve investigação, o FN apurou que para se registar nesta petição basta criar um perfil falso e assinar a mesma, não havendo qualquer pedido de documento para se verificar a autenticidade da pessoa que a assina.

Assim pode-se concluir que esta petição não passa de mais uma fraude e de uma manipulação do Sistema, que se tem sentido ameaçado pelo CHEGA e pelos seus dirigentes.

Últimas de Política Nacional

Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto de uma ministra socialista, está indiciado por 576 crimes de pornografia de menores e por integrar 13 grupos de partilha de abuso sexual infantil.
O CHEGA voltou a defender regras mais apertadas para o financiamento partidário, exigindo maior transparência nos donativos e o fim dos benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos.
O partido liderado por André Ventura quer ministro Miguel Pinto Luz a esclarecer por que motivo só um edifício terá proteção antissísmica reforçada numa infraestrutura hospitalar crítica.
O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.