Clóvis Abreu condenado a 14 anos pela morte do PSP Fábio Guerra

O homem, que também vai ter de pagar uma indemnização de 184 mil euros a família de Fábio Guerra, foi condenado por homicídio qualificado, homicídio na forma tentada e ofensas a integridade física.

© D.R.

Clóvis Abreu foi condenado a 14 anos de prisão pela coautoria do crime de homicídio qualificado, homicídio na forma tentada e ofensas à integridade física, do agente da PSP Fábio Guerra. Foi também determinada uma indemnização de 184 mil euros à família do agente.

O caso remonta a março de 2022, à saída da discoteca Mome, em Lisboa, quando o agente da PSP tentava travar uma rixa que acabou por morrer devido às graves lesões cerebrais.

Antes de matarem Fábio Guerra, o trio terá procurado confusão naquela noite, agredindo violentamente várias pessoas.

O arguido assistiu à leitura da sentença por videochamada, no Estabelecimento Prisional da Polícia Judiciária de Lisboa, sendo que no interior da sala de tribunal estavam oito familiares do mesmo.

Ao lado dos familiares de Clóvis Abreu estavam os pais de Fábio Guerra que ficaram em lágrimas ao ouvir a sentença.

Os amigos e ex-fuzileiros Cláudio Coimbra e Vadym Hrynko já tinham sido condenados a 20 e 17 anos de prisão, respetivamente, pelos mesmos crimes.

[Notícia atualizada às 15h59]

Últimas do País

O entendimento alcançado entre PSD e PS para viabilizar a Prestação Social Única mantém a possibilidade de acesso a apoios sociais sem a exigência de um período mínimo de descontos para a Segurança Social, uma das principais condições defendidas pelo CHEGA.
A PSP fiscalizou quatro agências de viagens nas freguesias lisboetas de Arroios e Santa Maria Maior, após denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de serviços para obtenção de documentos que se revelaram falsificados, e registou várias contraordenações, foi esta quarta-feira anunciado.
O líder do CHEGA indicou hoje que ainda não chegou a acordo com o PSD para viabilizar a Prestação Social Única e insistiu que o partido "não aceitará" uma proposta que permita o acesso a imigrantes que nunca tenham contribuído.
O dispositivo envolvido no combate ao incêndio que deflagrou na manhã de terça-feira, no concelho de Loulé, continua no terreno com 360 operacionais, apesar de o fogo ter sido dado como dominado às 4h07, disse fonte da Proteção Civil.
O receio de encerramento de colégios de ensino especial levou dezenas de pessoas à porta do Ministério da Educação. Entre os manifestantes estiveram os deputados do CHEGA Maria José Aguiar e Rui Cardoso, que expressaram solidariedade para com as famílias e exigiram uma resposta imediata do Executivo.
A GNR apreendeu na Lota de Aveiro 2.818 quilos de sardinha com tamanho inferior ao que é legalmente permitido, revelou hoje aquela força de segurança, que identificou dois pescadores por infrações na captura e na comercialização do pescado.
As dores lombares foram a principal doença crónica em Portugal em 2025, afetando quase um terço da população, revelou hoje o INE, que apontou ainda o excesso de peso e a hipertensão arterial entre os principais problemas de saúde.
A GNR deteve duas pessoas e apreendeu 147 doses de vários tipos de drogas nas imediações de um festival de música, no Crato, distrito de Portalegre, entre os dias 16 e 17 deste mês, foi hoje divulgado.
Cerca de 50 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Santarém e Portalegre estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O Grupo Parlamentar do CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a alteração das regras de acesso às prestações sociais não contributivas por parte de cidadãos estrangeiros.