Assalto falhado a gasolineira em Vila Real causa um morto e fere um GNR

Uma tentativa de assalto falhada a uma gasolineira em Vila Real causou, esta madrugada, um morto e feriu gravemente um militar da GNR, que tentou impedir o crime, disseram fontes da Proteção Civil e da Guarda à Lusa.

©GNR

De acordo com o comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro, o alerta para a ocorrência na Avenida da Europa foi dado às 05:09, relatando altercações junto a uma bomba de gasolina.

Segundo a Proteção Civil, das altercações resultou um morto e um ferido grave, militar da GNR, que foi transportado para o hospital.

De acordo com fonte oficial da GNR, o militar, que estava fora de serviço e não armado, terá detetado uma tentativa de assalto à gasolineira e tentou impedi-la.

No decorrer da ação terá sido utilizada uma arma branca, causa dos ferimentos no militar da GNR, de acordo com a mesma fonte.

Durante os desacatos terá também havido uma queda após a qual o suspeito do assalto terá ficado inanimado, referiu a mesma fonte, estando as circunstâncias exatas do sucedido por apurar.

O suspeito morreu e o militar da GNR está fora de perigo, apesar dos ferimentos graves.

A PSP de Vila Real tomou conta da ocorrência e, contactada pela Lusa, remeteu para a Polícia Judiciária, que está agora a cargo da investigação, remetendo também eventuais esclarecimentos para mais tarde.

Últimas do País

Portugal registou a segunda maior subida homóloga dos preços das casas, 17,7%, no terceiro trimestre de 2025, com a média da zona euro nos 5,1% e a da União Europeia (UE) nos 5,5%, divulga hoje o Eurostat.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM alertou hoje que muitos profissionais já atingiram 60% do limite mensal de horas extraordinárias em Lisboa, impossibilitando a abertura de mais meios de emergência e revelando fragilidades na capacidade operacional.
O coordenador da Comissão de Trabalhadores do INEM, Rui Gonçalves, denunciou hoje um "forte desinvestimento" no Instituto nos últimos anos e lamentou a existência de "dirigentes fracos", defendendo uma refundação que garanta a resposta em emergência médica.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu hoje dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.
Portugal regista desde o início de dezembro um excesso de mortalidade de cerca de 22% associado ao frio e à epidemia de gripe, com aumento proporcional das mortes por doenças respiratórias, segundo uma análise preliminar da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A enfermeira diretora da ULS Amadora-Sintra demitiu-se do cargo, alegando não existirem condições para continuar a exercer funções, anunciou hoje a instituição.
O INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses acordaram hoje um reforço de meios permanentes ao serviço da emergência médica, ainda não quantificado, mas que inicialmente se vai focar em responder a constrangimentos na margem sul de Lisboa.
Do Seixal a Sesimbra e a Tavira, o padrão repete-se: três pessoas morreram em diferentes pontos do país após esperas prolongadas por assistência médica, num retrato da rutura do socorro.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) abriu uma auditoria interna aos procedimentos associados ao caso da mulher que morreu na Quinta do Conde, Sesimbra, depois de esperar mais de 40 minutos por socorro.
O Tribunal Judicial de Leiria começa a julgar no dia 23 um professor acusado de dois crimes de maus-tratos em concurso aparente com dois crimes de ofensa à integridade física qualificada.