Site da Proteção Civil com informação indisponível sobre ocorrências

A informação sobre ocorrências no país que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disponibiliza no 'site' para a população em geral está indisponível há dois meses, devido a problemas técnicos, segundo a entidade.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

O ‘site’ da ANEPC disponibiliza informação como avisos à população, documentação, legislação, projetos, notícias e organização da proteção civil, entre outras. Toda esta informação se mantém disponível para consulta.

A parte relacionada com ocorrências, em que se pode consultar informação sobre, por exemplo, situações de emergência em curso, como inundações, incêndios ou outros acidentes, está indisponível.

Em resposta a questões da agência Lusa, o gabinete de comunicação da ANEPC indica que, “devido a intervenções relacionadas com a manutenção e melhorias de sistema, estão a ocorrer algumas disrupções ao nível da divulgação da informação relacionada com as ocorrências”.

A mesma fonte indica que estão a ser feitas as “diligências necessárias para que a situação fique resolvida com a maior brevidade possível”, acrescentando que os constrangimentos que se verificam “não impactam com a resposta ao socorro, somente com a disponibilização da informação ao público”.

A autoridade refere que a “transparência é um valor importante” para a ANEPC e que tem investido em tecnologia para partilhar mais informação com o cidadão.

Esta informação sobre ocorrências é utilizada também pelos órgãos de comunicação social para poderem identificar, e informar mais rapidamente, situações importantes em curso, como mau tempo, fogos florestais ou acidentes rodoviários que podem levar ao corte de estradas, independentemente de contactos telefónicos para a ANEPC ou comandos regionais da proteção civil.

Últimas do País

Um problema processual atribuído ao Ministério Público comprometeu a situação judicial das alegadas responsáveis por uma rede de casamentos fraudulentos. O caso envolve 158 arguidos e suspeitas de crimes que incluem auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e branqueamento de capitais.
A Fidelidade reconhece que o Elevador da Glória não podia ser considerado um transporte altamente fiável quando ocorreu a tragédia que provocou 16 mortos.
O Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos (SITEU) apontou para uma adesão de 100% à greve marcada para hoje na Unidade Local de Saúde (ULS) Santo António, Porto, garantindo que os enfermeiros não vão desistir dos seus direitos.
Uma investigação do Ministério Público aponta para um alegado desvio de cerca de dez milhões de euros em subsídios europeus. O dinheiro terá sido utilizado na compra de automóveis de luxo na Alemanha, posteriormente revendidos em Portugal. Entre os veículos apreendidos encontram-se Ferrari, Porsche e Mercedes.
Os pais de um menino de três anos foram detidos por suspeitas de maus-tratos físicos, psicológicos e psíquicos à criança, em Vendas Novas, no distrito de Évora, divulgou hoje o Ministério Público.
Um homem, de 44 anos, ficou em prisão preventiva, na ilha de São Miguel, Açores, por ser suspeito de 29 crimes, entre os quais de condução ilegal, coação sobre funcionário e ofensas à integridade física, anunciou hoje a PSP.
O novo sistema informático de colocação de médicos no internato da especialidade começou a funcionar, mas as primeiras 161 colocações ficaram marcadas por falhas. O processo teve de ser repetido, aumentando a desconfiança entre os candidatos.
Um jovem foi atingido por dois tiros durante um ataque protagonizado por quatro homens encapuzados, a poucos metros da Câmara Municipal da Amadora. Os suspeitos fugiram e a Polícia Judiciária está a investigar o caso.
O Governo investiu milhões de euros na expansão da rede de creches, mas a oferta continua a não chegar para todas as crianças. Nem os fundos do PRR nem o programa Creche Feliz conseguiram eliminar a falta de vagas.
Milhões de euros em refeições escolares continuam por pagar, deixando as autarquias com encargos acumulados. Os pagamentos em atraso dizem respeito às refeições fornecidas aos alunos nas escolas.