Site da Proteção Civil com informação indisponível sobre ocorrências

A informação sobre ocorrências no país que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disponibiliza no 'site' para a população em geral está indisponível há dois meses, devido a problemas técnicos, segundo a entidade.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

O ‘site’ da ANEPC disponibiliza informação como avisos à população, documentação, legislação, projetos, notícias e organização da proteção civil, entre outras. Toda esta informação se mantém disponível para consulta.

A parte relacionada com ocorrências, em que se pode consultar informação sobre, por exemplo, situações de emergência em curso, como inundações, incêndios ou outros acidentes, está indisponível.

Em resposta a questões da agência Lusa, o gabinete de comunicação da ANEPC indica que, “devido a intervenções relacionadas com a manutenção e melhorias de sistema, estão a ocorrer algumas disrupções ao nível da divulgação da informação relacionada com as ocorrências”.

A mesma fonte indica que estão a ser feitas as “diligências necessárias para que a situação fique resolvida com a maior brevidade possível”, acrescentando que os constrangimentos que se verificam “não impactam com a resposta ao socorro, somente com a disponibilização da informação ao público”.

A autoridade refere que a “transparência é um valor importante” para a ANEPC e que tem investido em tecnologia para partilhar mais informação com o cidadão.

Esta informação sobre ocorrências é utilizada também pelos órgãos de comunicação social para poderem identificar, e informar mais rapidamente, situações importantes em curso, como mau tempo, fogos florestais ou acidentes rodoviários que podem levar ao corte de estradas, independentemente de contactos telefónicos para a ANEPC ou comandos regionais da proteção civil.

Últimas do País

A Proteção Civil alertou hoje para o risco de inundações e cheias em Portugal continental devido à passagem da depressão Bruna, que irá provocar chuva e vento fortes e agitação marítima.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve entre domingo e hoje 10 pessoas no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, suspeitas de utilizarem documentos falsificados em voos provenientes de Atenas, na Grécia.
O IPMA alertou para chuva, vento e agitação marítima no continente a partir de domingo, devido à depressão Bruna, que deverá afetar o país até 13 de novembro.
A PSP recebeu hoje de manhã um alerta de ameaça de bomba num avião da Ryanair que iria sair do aeroporto de Lisboa com destino a Roma, revelou hoje aquela polícia.
Dois homens, de 24 e 27 anos, foram detidos pela PSP depois de transformarem dois apartamentos municipais devolutos, na Quinta do Loureiro, em Lisboa, em armazéns de droga. A operação permitiu apreender 23 quilos de heroína, a maior quantidade desta substância confiscada este ano pelas forças de segurança portuguesas, além de cocaína, haxixe, liamba, dinheiro e munições.
Um adolescente de 15 anos foi identificado pela Polícia Judiciária como suspeito de violar e roubar uma rapariga menor de idade no interior do prédio onde esta reside, em Oeiras. O jovem está ainda indiciado por outros crimes de roubo e agressão. Por ter menos de 16 anos, não pode ser responsabilizado criminalmente, tendo sido entregue ao pai e apresentado ao Tribunal de Família e Menores.
A Polícia Judiciária de Aveiro deteve um homem de 34 anos suspeito de usar receitas falsas para comprar medicamentos que seriam utilizados para fabricar drogas ou para consumo direto, segundo informou o órgão de polícia criminal.
Uma mulher espanhola foi detida em Badajoz, suspeita de ter vendido os seis filhos, com idades entre um e 11 anos, a outras famílias. Duas das crianças, de um e três anos, foram localizadas em Portugal e encaminhadas para instituições de acolhimento.
Um homem de 55 anos foi detido pela GNR por estar "fortemente indiciado" do crime de violência doméstica contra a mulher, de 48 anos, no concelho de Elvas, revelou hoje o Ministério Público (MP).
A Polícia Marítima apreendeu, nos primeiros nove meses deste ano, cerca de 100 mil litros de combustível no combate ao tráfico de droga, mais 45% do que em todo o ano de 2025, indicou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).