Site da Proteção Civil com informação indisponível sobre ocorrências

A informação sobre ocorrências no país que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disponibiliza no 'site' para a população em geral está indisponível há dois meses, devido a problemas técnicos, segundo a entidade.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

O ‘site’ da ANEPC disponibiliza informação como avisos à população, documentação, legislação, projetos, notícias e organização da proteção civil, entre outras. Toda esta informação se mantém disponível para consulta.

A parte relacionada com ocorrências, em que se pode consultar informação sobre, por exemplo, situações de emergência em curso, como inundações, incêndios ou outros acidentes, está indisponível.

Em resposta a questões da agência Lusa, o gabinete de comunicação da ANEPC indica que, “devido a intervenções relacionadas com a manutenção e melhorias de sistema, estão a ocorrer algumas disrupções ao nível da divulgação da informação relacionada com as ocorrências”.

A mesma fonte indica que estão a ser feitas as “diligências necessárias para que a situação fique resolvida com a maior brevidade possível”, acrescentando que os constrangimentos que se verificam “não impactam com a resposta ao socorro, somente com a disponibilização da informação ao público”.

A autoridade refere que a “transparência é um valor importante” para a ANEPC e que tem investido em tecnologia para partilhar mais informação com o cidadão.

Esta informação sobre ocorrências é utilizada também pelos órgãos de comunicação social para poderem identificar, e informar mais rapidamente, situações importantes em curso, como mau tempo, fogos florestais ou acidentes rodoviários que podem levar ao corte de estradas, independentemente de contactos telefónicos para a ANEPC ou comandos regionais da proteção civil.

Últimas do País

A Polícia de Segurança Pública (PSP) detetou na terça-feira 67 infrações relacionadas com a atividade dos táxis numa operação de fiscalização rodoviária realizada nas chegadas do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, foi anunciado esta quarta-feira.
Polícia não hesitou perante uma emergência na Ponte Móvel de Leça: retirou o fardamento, lançou-se à água e conseguiu resgatar um jovem de 26 anos, mantendo-o em segurança até à chegada da Polícia Marítima. PSP destaca a “coragem e abnegação” do agente.
Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras emitiu 831 notificações para abandono do território nacional. Mais de 1900 estrangeiros regressaram aos países de origem e foram instaurados 720 processos de afastamento coercivo.
Frente Popular para a Libertação da Palestina está entre os convidados da festa comunista. Grupo participou nos ataques de 7 de outubro e tem um historial marcado por sequestros e atentados suicidas.
Ministro da Defesa autorizou uma despesa que pode chegar aos 891 mil euros para o aluguer operacional de 19 viaturas entre 2027 e 2030. Cada carro custará, em média, cerca de 47 mil euros durante o contrato. No final, nenhum ficará nas mãos do Estado.
Hugo Espírito Santo passou de 6,15 milhões para quase 6,88 milhões de euros em património financeiro entre agosto de 2025 e maio deste ano. Outros dois governantes também atualizaram as declarações de rendimentos.
Nos primeiros sete meses do ano morreram 92 pessoas afogadas, o valor mais elevado dos últimos 10 anos no período homólogo, segundo dados provisórios divulgados hoje pelo Observatório do Afogamento da Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores (FEPONS).
O número de estudantes estrangeiros disparou nos últimos anos. Mas, por detrás desse crescimento, Portugal perdeu quase 88 mil alunos e centenas de estabelecimentos numa década.
Suspeito de 48 anos foi encontrado a dar murros e pontapés na porta da residência da ex-companheira, enquanto ameaçava matá-la caso não abrisse. A Polícia de Segurança Pública (PSP) apurou que a vítima já tinha sido agredida horas antes e seria alvo de ameaças de morte constantes.
Burlona apresentou-se como funcionária do departamento de segurança do Millennium e convenceu a vítima a fornecer códigos de segurança e dados associados a três contas bancárias. Quando percebeu o esquema, já tinham sido realizados levantamentos, compras e duas transferências internacionais.