Site da Proteção Civil com informação indisponível sobre ocorrências

A informação sobre ocorrências no país que a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil disponibiliza no 'site' para a população em geral está indisponível há dois meses, devido a problemas técnicos, segundo a entidade.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

O ‘site’ da ANEPC disponibiliza informação como avisos à população, documentação, legislação, projetos, notícias e organização da proteção civil, entre outras. Toda esta informação se mantém disponível para consulta.

A parte relacionada com ocorrências, em que se pode consultar informação sobre, por exemplo, situações de emergência em curso, como inundações, incêndios ou outros acidentes, está indisponível.

Em resposta a questões da agência Lusa, o gabinete de comunicação da ANEPC indica que, “devido a intervenções relacionadas com a manutenção e melhorias de sistema, estão a ocorrer algumas disrupções ao nível da divulgação da informação relacionada com as ocorrências”.

A mesma fonte indica que estão a ser feitas as “diligências necessárias para que a situação fique resolvida com a maior brevidade possível”, acrescentando que os constrangimentos que se verificam “não impactam com a resposta ao socorro, somente com a disponibilização da informação ao público”.

A autoridade refere que a “transparência é um valor importante” para a ANEPC e que tem investido em tecnologia para partilhar mais informação com o cidadão.

Esta informação sobre ocorrências é utilizada também pelos órgãos de comunicação social para poderem identificar, e informar mais rapidamente, situações importantes em curso, como mau tempo, fogos florestais ou acidentes rodoviários que podem levar ao corte de estradas, independentemente de contactos telefónicos para a ANEPC ou comandos regionais da proteção civil.

Últimas do País

A ação humana continua a ser a causa preponderante e preocupante nos incêndios rurais na Região de Leiria, disse à agência Lusa o comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil, Carlos Guerra.
A pensão média de velhice em Portugal não chega para pagar metade da mensalidade de um lar. Com preços médios de 1.717 euros por mês e falta de vagas comparticipadas, milhares de famílias enfrentam dificuldades para assegurar cuidados aos mais velhos.
Um esquema de manipulação de processos de insolvência terá permitido obter 9,5 milhões de euros, segundo noticia o Jornal de Notícias. O caso levanta suspeitas sobre a utilização dos mecanismos judiciais destinados a resolver situações de falência para alcançar benefícios financeiros indevidos.
Mais de metade dos participantes num barómetro da Intercampus considera que Marcelo Rebelo de Sousa teve influência indevida no caso das gémeas luso-brasileiras tratadas no Hospital de Santa Maria. Apenas 26,7% rejeitam essa possibilidade, enquanto 18,9% não manifestam opinião.
Dois movimentos brasileiros de orientação comunista revolucionária, associados à extrema-esquerda, estão sob vigilância da Polícia Judiciária (PJ) e do Serviço de Informações de Segurança (SIS). A Unidade Popular pelo Socialismo e o Movimento Olga Benário despertaram a atenção das autoridades devido à sua presença nos protestos pela habitação.
O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.
O Ministério Público (MP) acusou 11 pessoas e 15 sociedades dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal, burla tributária e branqueamento, através da venda de veículos, componentes automóveis e deduções indevidas de IVA, segundo publicação hoje consultada pela Lusa.
O património imobiliário do PCP está avaliado em cerca de 14,5 milhões de euros, segundo dados divulgados, que identificam mais de 300 prédios associados ao partido. Entre compras, vendas e permutas, destaca-se um negócio em Aveiro que envolve um imóvel adquirido por 350 mil euros e uma permuta por cinco frações avaliadas em 800 mil euros, operação que foi alvo de investigação do Ministério Público.