Lucro da farmacêutica Recordati subiu 7% para 416,5 milhões em 2024

A farmacêutica Recordati, sedeada em Itália, registou lucros líquidos de 416,5 milhões de euros, no ano passado, um aumento de 7% em relação a 2023, adiantou, num comunicado hoje divulgado.

©D.R.

De acordo com a mesma nota, “a receita líquida consolidada para o exercício de 2024 foi de 2.341,6 milhões de euros, um aumento de 12,4% em relação a 2023”, destacou o grupo.

O EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) foi de 865,8 milhões de euros no ano passado, um aumento de 12,5% em comparação com 2023.

De acordo com o grupo, “o lucro líquido foi de 416,5 milhões de euros, 17,8% da receita, um aumento de 7% em relação ao ano de 2023, com o maior lucro operacional compensado por uma maior taxa de imposto, despesas de financiamento e encargos de amortização”.

A dívida líquida em 31 de dezembro de 2024 era de 2.154,3 milhões de euros, em comparação com a dívida líquida de 1.579,4 milhões de euros em 31 de dezembro de 2023, destacou a empresa.

Últimas de Economia

O CHEGA apresentou uma proposta no âmbito do Orçamento do Estado para 2027 que pretende impedir o acesso à habitação pública por pessoas condenadas por crimes graves. A iniciativa coloca em discussão os critérios de atribuição de casas financiadas com dinheiro público e a possibilidade de a existência de condenações criminais influenciar o acesso a estes apoios.
Enquanto milhares de famílias portuguesas enfrentam dificuldades para pagar as contas, suportar os encargos da habitação e fazer face ao aumento do custo de vida, os cinco maiores bancos do país acumulam lucros milionários.
Os portugueses são a sétima população da União Europeia (UE) que mais sentiu o aumento do custo de vida, com dois em três a afirmarem que o seu poder de compra caiu significativamente no último ano, segundo um inquérito hoje divulgado.
O CHEGA defendeu a possibilidade de os portugueses deduzirem no IRS os encargos com o crédito à habitação, mas a proposta foi rejeitada pelo PSD e pelo PS. A medida pretendia aliviar a carga fiscal das famílias que pagam mensalmente a prestação da casa, numa altura em que o acesso à habitação continua a representar um dos maiores desafios financeiros dos portugueses.
O CHEGA voltou a defender medidas para reduzir o preço dos combustíveis no âmbito do Orçamento do Estado para 2027, mas a iniciativa foi rejeitada pelo PSD e pelo PS. O partido pretendia aliviar os custos suportados pelos condutores e pelas famílias portuguesas, num país onde abastecer o depósito continua a representar uma despesa significativa.
Uma decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia determina que as instituições bancárias não podem recusar o reembolso imediato de operações não autorizadas apenas por considerarem que os clientes foram negligentes. O dinheiro deve ser devolvido, em regra, até ao final do dia útil seguinte.
Dezenas de clientes denunciam transferências não autorizadas e perdas de milhares de euros. A Polícia Judiciária está a investigar as queixas, enquanto o Banco CTT reconhece um aumento das tentativas de fraude digital. Uma das vítimas reclama a devolução de 1.200 euros.
O passe que permitirá utilizar os transportes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto foi adiado três meses. O Governo prevê um acréscimo de dez euros ao preço do passe e admite implementar o sistema nacional numa segunda fase.
O preço eficiente do gasóleo aumentou, esta semana, 1,2% para 2,289 euros, indicou hoje a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.
A prestação média mensal dos empréstimos para habitação própria permanente atingiu em setembro os 450 euros, o valor mais alto desde o início da série, em 2018, e mais 9% em termos homólogos, divulgou hoje o BdP.