Casais com ambos desempregados aumentam 3,0% em junho para 5.369

O número de casais com ambos os elementos desempregados subiu para 5.369 em janeiro, num aumento de 3,0% em termos homólogos, anunciou hoje o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

© D.R.

“Do total de desempregados casados ou em união de facto, 10.738 (8,1%) têm também registo de que o seu cônjuge está igualmente inscrito como desempregado no Serviço de Emprego, totalizando 5.369 casais desempregados, em janeiro de 2025, o que representa +1,9%, quando comparado com o período homólogo do ano anterior”, afirmou o IEFP no relatório hoje divulgado.

Face a dezembro, a subida foi de 1,9%.

Há já vários anos que os casais nesta situação de duplo desemprego têm direito a uma majoração de 10% do valor da prestação de subsídio de desemprego, quando tenham dependentes a cargo.

No final de janeiro, estavam registados nos serviços de emprego do continente 337.605 desempregados, dos quais 39,2% eram casados ou viviam em situação de união de facto, num total de 132.564 trabalhadores.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o desemprego registado aumentou 4,7%.

Do total de desempregados registado, 349.338 estão inscritos nos centros de emprego, representando subidas de 4,3% em termos homólogos e de 4,1% em cadeia.

Últimas de Economia

A escalada do petróleo nos mercados internacionais ameaça provocar uma subida de 14 cêntimos por litro no gasóleo e de sete cêntimos na gasolina.
Os novos contratos de empréstimos para habitação aumentaram 166 milhões de euros em julho, para 2.345 milhões de euros, atingindo o valor mais elevado da série, informou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em julho pelo sexto mês consecutivo, para 1,59%, tendo o montante de novas operações de depósito atingido um máximo histórico, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As empresas comunicaram 375 despedimentos coletivos até julho, o que representa um aumento de cerca de 13% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 706,1 milhões de euros até julho, um aumento de 140,7 milhões de euros face ao mês anterior, de acordo com a síntese da execução orçamental hoje revelada.
A inflação na Alemanha acelerou para 2,9% em agosto, impulsionada pelo aumento dos preços da energia, reforçando as expectativas de uma subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro.