Excedente da Segurança Social aumenta para 722,5 milhões em janeiro

O saldo da Segurança Social registou um excedente de 722,5 milhões de euros em janeiro, acima dos 513,5 milhões de euros reportados no período homólogo, revelou hoje a síntese de execução orçamental.

©️ Instituto da Segurança Social

De acordo com o documento da Direção-Geral do Orçamento (DGO), a despesa efetiva fixou-se em 3.017,9 milhões de euros, quando no período homólogo estava em 2.866,7 milhões de euros.

A receita efetiva, por sua vez, totalizou 3.740,4 milhões de euros, valor que compara com os 3.380,2 milhões de euros contabilizados no ano anterior.

No período em análise, destacam-se rubricas como o subsídio de apoio ao cuidador informal (39,1%), o complemento solidário para idosos (22,2%) e a pensão de sobrevivência (12,8%).

No sentido oposto aparecem, por exemplo, o complemento ao apoio extraordinário para crianças e jovens (-96,6%), os subsídios correntes – programas operacionais (-58,8%), o subsídio por doença (-14,3%) e as prestações sociais para os beneficiários dos antigos combatentes (-11,1%).

Últimas de Economia

O cabaz de bens essenciais da DECO PROteste disparou para os 249,09 euros, o valor mais alto desde que a análise começou, em 2022, pressionando ainda mais o orçamento das famílias portuguesas.
O oitavo pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que Portugal submeteu a Bruxelas em novembro de 2025, deverá ser pago em fevereiro, adiantou hoje a Estrutura de Missão Recuperar Portugal.
A Comissão Europeia sublinhou hoje que o sistema para o rastreio do azeite é eficaz e irá trabalhar com os Estados-membros para melhorar os controlos que estes realizam, respondendo a um relatório do auditor europeu sobre o setor.
O Banco de Portugal (BdP) encomendou uma auditoria externa aos procedimentos internos de aquisição de bens e serviços, "com especial enfoque na contratação pública na área de Sistemas de informação e de Tecnologias de Informação", anunciou a instituição.
O índice de produção na construção abrandou para 3,0% em novembro, em termos homólogos, menos 0,1 pontos percentuais que em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos portugueses movimentaram 68,9 milhões de passageiros de janeiro a novembro, mais 4,7% do que no mesmo período de 2024, enquanto o tráfego de mercadorias registou uma subida mais moderada, de 0,3%, indicou hoje o INE.
A inflação até baixou em 2025, mas a carteira dos portugueses não sentiu alívio. Carne, rendas, seguros e refeições fora de casa subiram bem acima da média, mantendo o custo de vida sob forte pressão.
A inflação homóloga nos países da OCDE, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), baixou para 3,9% em novembro de 2025, com o retorno dos preços na alimentação.
Os preços globais dos alimentos registaram uma subida média de 4,3% em 2025, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O número de despedimentos coletivos comunicados aumentou cerca de 16% até novembro de 2025, face ao período homólogo, totalizando 515, o que supera o total de todo o ano de 2024, segundo dados divulgados hoje pela DGERT.