Ryanair adia para novembro fim do cartão de embarque em papel

A companhia aérea irlandesa Ryanair informou nesta quarta-feira que adiou a eliminação do cartão de embarque físico em papel para o calendário de inverno, que começa no dia 3 de novembro.

© D.R.

Sendo assim, a partir de novembro, os passageiros da Ryanair deixarão de imprimir um cartão de embarque físico em papel, passando a utilizar o cartão de embarque digital acessível na aplicação “myRyanair” durante o check-in.

De acordo com a companhia, cerca de 80% dos 200 milhões de passageiros da Ryanair já utilizam o cartão de embarque digital.

Ryanair espera eliminar quase todas as taxas de check-in nos aeroportos a partir de novembro de 2025.

A companhia aérea afirmou, em comunicado, que a adoção deste sistema “irá permitir aos passageiros reduzir a pegada de carbono ao eliminar papel desnecessário, poupando mais de 300 toneladas de resíduos de papel por ano”.

“Esta mudança para cartões de embarque 100% sem papel a partir de novembro de 2025 permitir-nos-á proporcionar uma experiência de viagem melhorada aos nossos clientes, simplificada através da aplicação myRyanair durante o nosso calendário de inverno menos movimentado”, disse o diretor de ‘marketing’ da Ryanair, Dara Brady, em comunicado.

Últimas de Economia

Os preços homólogos da produção industrial aumentaram 5,8% na zona euro e 5,6% na União Europeia (UE) em julho, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
Quase metade dos europeus só consegue comprar o equivalente a um apartamento com até 50 metros quadrados, revela um novo estudo da Universidade Técnica de Viena, que inclui o mercado de habitação português entre os "sistematicamente inacessíveis".
A escalada do petróleo nos mercados internacionais ameaça provocar uma subida de 14 cêntimos por litro no gasóleo e de sete cêntimos na gasolina.
Os novos contratos de empréstimos para habitação aumentaram 166 milhões de euros em julho, para 2.345 milhões de euros, atingindo o valor mais elevado da série, informou hoje o Banco de Portugal (BdP).
A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em julho pelo sexto mês consecutivo, para 1,59%, tendo o montante de novas operações de depósito atingido um máximo histórico, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
As empresas comunicaram 375 despedimentos coletivos até julho, o que representa um aumento de cerca de 13% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.