Ryanair adia para novembro fim do cartão de embarque em papel

A companhia aérea irlandesa Ryanair informou nesta quarta-feira que adiou a eliminação do cartão de embarque físico em papel para o calendário de inverno, que começa no dia 3 de novembro.

© D.R.

Sendo assim, a partir de novembro, os passageiros da Ryanair deixarão de imprimir um cartão de embarque físico em papel, passando a utilizar o cartão de embarque digital acessível na aplicação “myRyanair” durante o check-in.

De acordo com a companhia, cerca de 80% dos 200 milhões de passageiros da Ryanair já utilizam o cartão de embarque digital.

Ryanair espera eliminar quase todas as taxas de check-in nos aeroportos a partir de novembro de 2025.

A companhia aérea afirmou, em comunicado, que a adoção deste sistema “irá permitir aos passageiros reduzir a pegada de carbono ao eliminar papel desnecessário, poupando mais de 300 toneladas de resíduos de papel por ano”.

“Esta mudança para cartões de embarque 100% sem papel a partir de novembro de 2025 permitir-nos-á proporcionar uma experiência de viagem melhorada aos nossos clientes, simplificada através da aplicação myRyanair durante o nosso calendário de inverno menos movimentado”, disse o diretor de ‘marketing’ da Ryanair, Dara Brady, em comunicado.

Últimas de Economia

O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 706,1 milhões de euros até julho, um aumento de 140,7 milhões de euros face ao mês anterior, de acordo com a síntese da execução orçamental hoje revelada.
A inflação na Alemanha acelerou para 2,9% em agosto, impulsionada pelo aumento dos preços da energia, reforçando as expectativas de uma subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro.
A estimativa rápida da inflação aponta para uma atualização das rendas até 2,56% no próximo ano, acima dos 2,24% aplicáveis em 2026. Quem paga atualmente 1.000 euros por mês poderá desembolsar mais 25,60 euros.
Taxa acelera novamente em agosto e fica três décimas acima do valor registado em julho, segundo a primeira estimativa do Instituto Nacional de Estatística.
A prestação da casa vai subir em setembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da DECO PROteste.
Trigo panificável e leveduras aumentaram cerca de 10% desde junho. Escalada dos cereais ameaça também massas, cerveja e, numa segunda vaga, carne, leite e ovos.