Homem detido na Grande Lisboa por agredir companheira tinha mais de 50 armas em casa

Um homem foi detido quinta-feira no âmbito de uma investigação por violência doméstica contra a companheira, anunciou hoje a GNR, que apreendeu ao detido mais de 50 armas numa residência em Odivelas, distrito de Lisboa.

©D.R.

No âmbito de uma investigação por violência doméstica pela GNR do posto de Colares, em Sintra, no distrito de Lisboa, os militares verificaram que o agressor, com 25 anos, “infligia violência física e psicológica e ameaças, com recurso as armas de fogo, contra a sua companheira, uma mulher com 26 anos”, revelou a Guarda, numa nota.

Durante a investigação, a GNR cumpriu 14 buscas em Odivelas, também no distrito de Lisboa, uma das quais domiciliária e 13 em anexos da residência, durante as quais apreendeu ao detido mais de 50 armas.

Foram apreendidas 16 pistolas, três revólveres, três caçadeiras, uma espingarda de assalto e 11 armas de ar comprimido, além de 1.420 munições e 51 cartuchos.

A GNR apreendeu ainda ao suspeito de violência doméstica 17 facas, quatro punhais, duas bestas e seis flechas.

Segundo a GNR, os dados da investigação foram remetidos ao Tribunal de Sintra.

A violência doméstica é um crime público que pode ser denunciado por qualquer cidadão no Portal Queixa Eletrónica (https://queixaselectronicas.mai.gov.pt), através do número de emergência 112, em qualquer posto da Guarda ou nas esquadras da PSP.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.