CHEGA atinge resultado mais alto de sempre e está a 8% da vitória

O partido mantém-se em terceiro lugar, mas volta a subir nas sondagens, ultrapassando pela segunda vez a fasquia dos 20% e ficando agora a apenas oito pontos percentuais do partido mais votado.

© Folha Nacional

De acordo com a sondagem mais recente da Aximage, realizada para o Folha Nacional, se as eleições legislativas se realizassem hoje, o CHEGA obteria 20,4% das intenções de voto, superando os 18% alcançados nas eleições de março de 2024.
O partido mantém-se em terceiro lugar, mas volta a subir nas sondagens, ultrapassando pela segunda vez a fasquia dos 20% e ficando agora a apenas oito pontos percentuais do partido mais votado.
Em primeiro lugar surge o Partido Socialista (PS), com 28,7%, seguido muito de perto pela Aliança Democrática (AD), com 28,6%. Logo atrás do CHEGA, surge a Iniciativa Liberal (IL), com 7,9% das intenções de voto, seguida pela CDU, com 4,3%. Mais abaixo na tabela estão o Livre (3,1%), o Bloco de Esquerda (2,0%) e o PAN, que fecha a lista com 1%.
Contas feitas, restam 4% das intenções de voto atribuídas a outros partidos ou a eleitores que não revelaram a sua escolha — os chamados O.B.N. (Outros, Brancos e Nulos).

 

FICHA TÉCNICA
Objetivo do estudo: Sondagem de opinião realizada pela Aximage – Comunicação e Imagem Lda. para o Jornal Folha Nacional, sobre intenção de voto nas eleições legislativa antecipadas e temas da atualidade política.
Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal. Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo, idade e região. A amostra consiste em 400 entrevistas efetivas: 151 entrevistas CAWI e 249 entrevistas CATI; 195 homens e 205 mulheres; 79 entre os 18 e os 34 anos, 104 entre os 35 e os 49 anos, 105 entre os 50 e os 64 anos e 112 para os 65 e mais anos; 134 Norte, 82 Centro, 68 Sul e Ilhas, 116 Área Metropolitana de Lisboa.
Técnica: Aplicação online – CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) – de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; entrevistas telefónicas – metodologia CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing) do mesmo questionário devidamente adaptado ao suporte utilizado. O trabalho de campo decorreu entre 01 e 06 de abril de 2025. Taxa de resposta: 37,67% Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou – 4,9%.
Responsabilidade do estudo: Aximage – Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, condenou hoje as buscas na Câmara Municipal de Albufeira, liderada pelo seu partido. "O que aconteceu hoje é, a todos os títulos, lamentável", referiu.
O Ministério Público (MP) acusou o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, e outros 22 arguidos, incluindo vereadores e funcionários, de peculato e de abuso de poder por gastos de 150 mil euros em refeições pagas pelo município.
O presidente da Assembleia da República solicitou à Comissão de Transparência a abertura de um inquérito às afirmações da deputada do PS Isabel Moreira no debate dos diplomas sobre mudança de género, após queixa do líder parlamentar do PSD.
Quando vários crimes muito graves são julgados no mesmo processo, a pena final nem sempre acompanha a gravidade do que foi feito. É essa lógica que o CHEGA quer alterar.
O presidente do CHEGA condenou hoje o ataque contra participantes na Marcha pela Vida e pediu todos os esclarecimentos à PSP e Governo, considerando que não pode haver violência "boa ou má" conforme se é de esquerda ou de direita.
O presidente do CHEGA disse hoje ter garantia "política e negocial" que haverá dois nomes indicados pelo PSD e um pelo seu partido para os juízes para o Tribunal Constitucional, eleições cuja data será definitivamente proposta na quarta-feira.
O presidente do CHEGA disse hoje que há condições para aprovar nos próximos dias a nova lei do retorno proposta pelo Governo com alterações do seu partido, esperando que o Tribunal Constitucional não volte a ser "força de bloqueio".
Pagar a casa já é difícil. Pagar ao banco para sair mais cedo do crédito pode tornar-se ainda mais. É precisamente isso que o CHEGA quer mudar. O partido apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende acabar com a comissão cobrada pelos bancos quando os clientes fazem reembolsos antecipados em créditos à habitação com taxa variável.
O CHEGA quer que Portugal leve à União Europeia e às Nações Unidas uma proposta para classificar o movimento Antifa como organização terrorista. A iniciativa deu entrada no Parlamento através de um projeto de resolução e coloca o tema da segurança e da violência política no centro do debate.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou Bruxelas de ser "símbolo de censura e ditadura" e salientou o papel do seu partido no combate à imigração ilegal em Portugal.