Treze pessoas burlaram 150 com anúncios falsos de arrendamento de férias

O Ministério Público (MP) acusou 13 pessoas de terem enganado pelo menos 150 pessoas com anúncios falsos de venda de bens ou veículos e arrendamentos para férias, imputando-lhes vários crimes de burla, entre outros.

© D.R.

Publicado na segunda-feira na página de Internet da Procuradoria-Geral Distrital do Porto, o MP refere que, por despacho datado de 28 de maio, acusou aquele grupo pela prática de diversos crimes de burla e burla qualificada, falsidade informática, uso de documentos de identificação e branqueamento.

No total, o MP acredita que o grupo fez mais de 150 vítimas e causou prejuízos superiores a 41.247,50 euros.

Segundo o texto, o MP “considerou fortemente indiciado” que os arguidos, divididos por dois grupos, entre abril de 2021 e julho de 2024, mês em que foram detidos, “dedicaram-se à sucessiva criação e publicação de anúncios falsos em plataformas digitais, para venda de bens e veículos ou para arrendamentos para férias”.

Os arguidos, acredita o MP, criaram vários perfis falsos na rede social Facebook ou na plataforma OLX com os quais publicaram anúncios fictícios com contactos telefónicos não identificados e, “após contacto das vítimas, exigiam-lhes o pagamento do preço do bem ou a entrega de adiantamento para garantia de reserva do arrendamento”.

No texto, o MP refere que os valores pagos eram creditados em contas bancárias que os arguidos dominavam, tendo usado um total de 21 contas bancárias.

“Por vezes, para credibilizar os anúncios, exibiam documentos de identificação dos titulares das contas bancárias e/ou identificavam-se como tal”, lê-se.

Uma vez na posse daquelas quantias, os arguidos levantavam o dinheiro daquelas contas e repartiam os lucros entre si, segundo o MP.

Três dos arguidos vão responder a este processo em prisão preventiva.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.