PM ucraniano apresenta demissão e acelera remodelação governamental

O primeiro-ministro da Ucrânia, Denis Shmigal, apresentou hoje a demissão ao parlamento, um dia depois de o Presidente ucraniano ter confirmado Yulia Svyrydenko como candidata ao cargo.

© D.R.

Shmigal, que liderou o Governo da Ucrânia desde 04 de março de 2020, no período mais longo desde a independência do país, agradeceu a Volodymyr Zelensky pela confiança, bem como aos combatentes por permanecerem na linha de frente durante todos estes anos de invasão russa.

“Obrigado a toda a equipa pelo trabalho incansável pelo nosso país! Glória à Ucrânia!», partilhou Shmigal nas redes sociais.

No entanto, é previsível que o primeiro-ministro demissionário continue, no futuro imediato, no Governo ucraniano, uma vez que Zelensky recomendou a Svyrydenko para contar com Shmigal à frente do Ministério da Defesa, devido à “vasta experiência” do governante.

O Presidente ucraniano voltou a reunir-se, neste dia, com Yulia Svyrydenko, para preparar o arranque do novo Governo, que procura aumentar a produção da indústria de armamento do país.

Zelensky escreveu nas redes sociais que o novo Governo deve trabalhar para responder às exigências do Exército em relação aos drones, bem como numa “desregulação significativa” capaz de “libertar o potencial económico da Ucrânia” e implementar programas de apoio à população.

O encontro realizou-se um dia depois de Zelensky ter anunciado que a ministra das Finanças era a candidata para suceder a Denis Shmigal, uma mudança que deverá ser confirmada nos próximos dias no parlamento, numa sessão onde será debatida a composição do novo Governo, sendo esperadas várias mudanças.

Últimas do Mundo

O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 121 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
O Ministério Público de Munique, na Alemanha, acusou hoje um jovem de 15 anos de planear um ataque com explosivos, afirmando que o seu principal alvo era uma sinagoga.
A Comissão Europeia multou hoje a chinesa AliExpress em 550 milhões de euros por falhas na avaliação e redução do risco de venda de produtos ilegais, inseguros ou contrafeitos na sua plataforma de comércio eletrónico.
Jamey Carney, conhecida pelo apoio à causa palestiniana e aos direitos dos migrantes, foi encontrada morta na Irlanda. O principal suspeito é o companheiro, que abandonou o país e acabou detido na Jordânia.
O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 119 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.
Os incêndios em França, incluindo na histórica floresta de Fontainebleau, a menos de 100 quilómetros de Paris, levaram à detenção de 30 adultos e 29 menores, informou o ministro do Interior.
Há mais de uma década que a União Europeia (UE) regista mais mortes do que nascimentos. Ainda assim, a população continua a crescer porque entram mais pessoas do que aquelas que abandonam o espaço europeu.
Oito mulheres foram mortas desde o início de 2026. Em sete dos homicídios existe um suspeito identificado e, em seis deles, o alegado autor é um cidadão estrangeiro, segundo dados da Women’s Aid.
Portugal tinha 331 camas hospitalares por 100 mil habitantes em 2024, atrás da média da União Europeia (507).
Quatro pessoas acusadas de pertencerem a rede criminosa que desviou 140 milhões de euros com fraudes cibernéticas em vários países europeus foram detidas em Portugal, Espanha e Panamá, anunciou hoje a polícia espanhola.