Polícia Marítima de Lisboa elabora cinco autos de notícia após fiscalização no rio Tejo

A Polícia Marítima de Lisboa realizou na sexta-feira uma ação de fiscalização dirigida à atividade marítimo-turística no rio Tejo, que resultou em cinco autos de notícia, após terem sido identificadas infrações, inclusive a caducidade de certificado de navegabilidade.

©facebook.com/AutoridadeMaritimaNacional

“Durante a ação foram fiscalizadas seis embarcações marítimo-turísticas no rio Tejo e 10 postos de venda na zona de Belém”, indicou a Autoridade Marítima Nacional (AMN), num comunicado hoje divulgado, referindo que a inspeção envolveu o Comando Local da Polícia Marítima de Lisboa, em colaboração com a Autoridade Tributária (AT) e a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM).

De acordo com a AMN, foram registadas infrações relacionadas com a emissão irregular de fatura, a falta de ‘software’ certificado de faturação, a caducidade de certificado de navegabilidade, dos meios de salvação (fachos de mão) e de certificado de águas, a falta de seguro de responsabilidade civil, a falta de rol de tripulação e a utilização de rádios não homologados pela Comissão Europeia.

Perante as infrações identificadas, a Polícia Marítima de Lisboa elaborou cinco autos de notícia e apreendeu, como medida cautelar, três rádios, revelou a Autoridade Marítima.

A ação de fiscalização foi realizada com o empenho de 10 elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Lisboa, em colaboração com dois inspetores da AT e com quatro agentes da ANACOM.

Em comunicado, a AMN disse que esta operação de cooperação interinstitucional teve como objetivo “garantir a legalidade e a segurança da atividade marítimo-turística”.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.