Deputados do CHEGA doaram parte do salário de setembro para as vítimas dos incêndios

O CHEGA canaliza 5% do salário para vítimas dos incêndios. Esta ação visa apoio direto a quem perdeu tudo nas chamas, pois "o partido não quer aumentos enquanto o país sofre”, diz Ventura.

© Folha Nacional

Os deputados do Partido CHEGA decidiram doar o aumento salarial de 5% correspondente ao mês de setembro às vítimas dos incêndios florestais que têm assolado Portugal. A iniciativa, que o partido descreve como “simbólica, mas profundamente necessária”, visa reforçar o compromisso com as comunidades afetadas pelos fogos.

Recorde-se que, em agosto, o líder do partido, André Ventura, havia anunciado esta doação, numa altura em que o país enfrentava vários incêndios de grande dimensão e o Governo decidira prolongar a situação de alerta. Na ocasião, a ministra da Administração Interna classificou a situação como de “calamidade nacional”.

O presidente do segundo maior partido do Parlamento sublinhou que o CHEGA “não podia aceitar ser aumentado enquanto o povo sofria e via as suas casas destruídas pelas chamas”.

O partido liderado por André Ventura reforça ainda que o aumento salarial de 5% atribuído aos titulares de cargos políticos “não ficará com os deputados do CHEGA, sendo integralmente canalizado para apoiar quem mais precisa”.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.
O CHEGA leva esta quinta-feira ao Parlamento um conjunto de propostas centradas no reforço da autoridade das forças de segurança, na proteção dos agentes policiais e no combate à criminalidade, depois de o partido ter fixado a ordem do dia no debate parlamentar.
A Polícia Judiciária realizou esta quinta-feira uma operação de buscas relacionada com suspeitas de corrupção em concursos públicos para aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Entre os alvos está Ricardo Leitão Machado, cunhado do ministro da Presidência, António Leitão Amaro.
José Sócrates, antigo primeiro-ministro socialista, vai começar a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal Administrativo de Lisboa no âmbito da ação em que exige uma indemnização ao Estado português devido à duração do processo Operação Marquês.
O líder do CHEGA disse esta terça-feira que terá sido por pressão do PS que o presidente do Tribunal Constitucional comunicou a decisão de renunciar às funções e defendeu que o parlamento deve marcar já a eleição dos novos juízes.
O presidente do CHEGA criticou hoje o PSD por inviabilizar uma comissão de inquérito à Operação Influencer com "motivos fúteis" e perguntou de que "tem medo" o partido de Luís Montenegro, reiterando que a forçará a partir de setembro.