Ventura dá indicação aos autarcas do CHEGA para acabar com subsídios às minorias que não querem trabalhar

A medida já está em marcha e promete acabar com os apoios a quem vive do Sistema sem contribuir.

© Folha Nacional

André Ventura deu instruções diretas aos autarcas do CHEGA para iniciarem o corte de subsídios atribuídos a minorias que, segundo o partido, vivem do sistema sem intenção de trabalhar. A medida, já em aplicação em várias autarquias, prevê uma reavaliação rigorosa dos apoios sociais municipais.

O líder do CHEGA afirmou que “o tempo da mama acabou” e garantiu que “quem precisa terá ajuda, mas quem se recusa a trabalhar deixará de contar com o dinheiro dos contribuintes”.

Nos municípios onde o partido detém pelouros na área social, como Moura, Seixal e Vila Real, já se iniciaram auditorias aos beneficiários. Serão suspensos os apoios a quem não comprovar esforço de integração no mercado de trabalho ou recusar ações de formação.

“Há famílias inteiras a viver há anos à custa do Estado, sem nunca terem trabalhado um dia. Isto não pode continuar”, declarou Ventura.

A medida tem gerado forte apoio popular, com milhares de comentários nas redes sociais a elogiar a iniciativa. O CHEGA promete alargar esta política a nível nacional caso venha a integrar o Governo.

Últimas de Política Nacional

Ventura referiu que o CHEGA deu margem ao PSD para mudar o pacote laboral, acreditando que o partido pudesse afastar-se “dos velhos vícios políticos”.
O CHEGA reclamou hoje uma "grande vitória" na revisão constitucional e considerou haver condições para alterar a Lei Fundamental, após o acordo com o PSD que estima a conclusão do processo até ao final da próxima sessão legislativa.
O CHEGA vai votar contra a autorização legislativa pedida pelo Governo para legislar por decreto sobre a criação da Prestação Social Única, anunciou o líder do partido, defendendo uma "discussão aprofundada" no parlamento sobre este tema.
O CHEGA recebeu ‘luz verde’ para levar a plenário o seu requerimento para ser reapreciado o decreto que cria a pena acessória de perda da nacionalidade, diploma chumbado pelo Tribunal Constitucional.
O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.