CHEGA quer impedir orações islâmicas em espaços públicos e novas mesquitas em Portugal

O partido CHEGA pretende impedir a realização de orações, práticas religiosas islâmicas e cerimónias em espaços públicos, bem como a construção de novas mesquitas em território nacional.

Para André Ventura, presidente do segundo maior partido e líder da oposição, “o território nacional pertence a todos os portugueses” e “o Estado tem o dever de garantir que os valores e costumes nacionais sejam respeitados por quem aqui vive ou chega”. E o mesmo serve para a construção de novas mesquitas em território nacional.

“Portugal não pode continuar a permitir a construção de novas mesquitas sem controlo. O CHEGA defende a suspensão imediata de autorizações para novos templos islâmicos enquanto não houver garantias de integração e respeito pelos valores nacionais”, afirma o líder do partido.

Como justificação, o CHEGA defende que “o Estado português não pode permitir que intervenções religiosas em via pública ou em espaços acessíveis ao público ocorram sem controlo, sob pena de pôr em causa a coesão social e a liberdade individual”.

Segundo o partido, “a liberdade de culto não pode estender-se a cerimónias que se transformem em manifestações públicas não autorizadas”.

“Quem chega a Portugal, venha de onde vier e tenha os costumes ou a religião que tiver, deve cumprir, respeitar e fazer respeitar os costumes e os valores deste país”, reforçou Ventura.

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