Polícias com 25.327 ocorrências de violência doméstica, o valor mais alto dos últimos sete anos

A GNR e a PSP registaram, nos primeiros nove meses deste ano, 25.327 ocorrências de violência doméstica, o valor mais elevado dos últimos sete anos, à data de 30 de setembro, segundo dados da CIG.

©D.R.

De acordo com o portal da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), consultado hoje pela Lusa, entre 01 de julho e 30 de setembro, as forças de segurança contabilizaram 10.558 situações.

No mesmo período, foram registados cinco homicídios em contexto de violência doméstica, elevando para 18 o número de mortos este ano, dos quais 16 eram mulheres e dois homens.

Segundo o portal, que reúne dados desde outubro de 2018, nunca nos últimos sete anos o número de ocorrências num só trimestre tinha sido tão elevado – o mais próximo fora o terceiro trimestre de 2022, com 8.887 casos.

Já o número de homicídios nos primeiros nove meses de 2025 é igual ao do mesmo período de 2024 e inferior, por exemplo, ao de 2022.

Em termos globais, à data de 30 de setembro a PSP e a GNR registaram, em 2019, 22.362 ocorrências; em 2020, 21.623; em 2021, 19.781; em 2022, 23.264; em 2023, 23.306; e, em 2024, 23.302.

De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2024, em todo o no ano passado as polícias receberam 30.221 participações por violência doméstica e contabilizaram 23 homicídios em contexto de intimidade.

Últimas do País

As burlas foram responsáveis no ano passado por um prejuízo patrimonial superior a 65 milhões de euros, menos 41% face a 2023, uma diminuição que acompanha o decréscimo das denúncias deste tipo de crime em 2024, revela a PSP.
Recusou abandonar o hospital após alta clínica, intimidou profissionais de saúde e chegou a exigir casa e cirurgia inexistente. O caso arrastou-se durante meio ano no Hospital Amadora-Sintra e só terminou com intervenção policial.
A PSP deteve nos últimos dias no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, três cidadãos estrangeiros procurados internacionalmente por crimes sexuais, fraudes e burlas transnacionais, e captação indevida de depósitos, anunciou esta sexta-feira a força de segurança.
Portugal registou um aumento de infeções respiratórias graves, sobretudo nos maiores de 65 anos, e excesso de mortalidade na região Norte em pessoas de 75 a 84 anos, revelam dados do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA).
Agentes da PSP foram alvo de apedrejamento no Bairro da Cova da Moura, depois de tentarem intercetar uma viatura em fuga. Os suspeitos escaparam, mas deixaram para trás indícios de crime.
Dezenas de repartições de Finanças estão encerradas durante a manhã de hoje, até às 13h, e outras enfrentam constrangimentos no atendimento, enquanto decorre uma reunião ‘online’ de trabalhadores da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) para discutir reivindicações salariais e laborais.
Uma mulher de 60 anos foi constituída arguida pela GNR por utilização indevida de cartão bancário na aquisição de vários bens, num valor superior a 3 mil euros, no concelho do Sabugal.
O segundo dia de greve dos trabalhadores da função pública estava às 09:00 de hoje a ter uma adesão elevada, com 75% na educação e 90% nas cantinas das universidades e politécnicos, disse à Lusa fonte sindical.
Os doentes classificados como urgentes no hospital Amadora-Sintra enfrentaram hoje de manhã tempos de espera que rondava as 12 horas para a primeira observação, segundo dados do portal do SNS.
O desaparecimento de uma bebé no Hospital de Gaia não mostrou apenas uma falha de segurança: revelou um mercado milionário sem escrutínio, contratos feitos à porta fechada e sistemas supostamente infalíveis que afinal podem ser contornados.