Gangue mascarado de PJ assaltava mansões de luxo: 10 detidos em megaoperação

Vestiam fardas da Polícia Judiciária, exibiam mandados falsos e entravam em mansões como se fossem autoridades. A burla terminou esta terça-feira, com uma megaoperação da PJ em Loures que levou à detenção de 10 suspeitos ligados a uma onda de assaltos de alto valor na linha de Cascais.

©facebook.com/pjudiciaria

A Polícia Judiciária realizou esta terça-feira um conjunto de buscas na região de Loures, na Área Metropolitana de Lisboa, que culminou na detenção de 10 suspeitos, no âmbito de uma investigação a um grupo organizado dedicado a assaltos violentos a residências de luxo.

Segundo informações recolhidas pela SIC Notícias junto de fontes policiais, a operação incidiu sobre um bairro identificado como o centro logístico da quadrilha, composta maioritariamente por elementos da mesma família. A investigação aponta para um esquema bem montado e reiterado, com alvos escolhidos ao detalhe e métodos destinados a iludir vítimas e autoridades.

O grupo atuava sobretudo em Cascais, onde se fazia passar por elementos da Polícia Judiciária. Conta a SIC Notícias, usando fardas semelhantes às oficiais e exibindo mandados de busca falsificados, os suspeitos conseguiam entrar nas habitações sem levantar suspeitas. No interior, recorriam a armas verdadeiras para intimidar os moradores.

Os assaltos resultavam no furto de elevadas quantias em dinheiro, relógios de luxo e joias de alto valor, bens que eram depois escondidos ou encaminhados através de circuitos ainda sob investigação.

A PJ prossegue agora as diligências para apurar a total dimensão da rede, a proveniência das armas utilizadas e o destino final dos bens roubados. Os detidos deverão ser presentes a tribunal para aplicação de medidas de coação, enquanto as autoridades admitem que possam surgir novos desenvolvimentos nos próximos dias.

Últimas do País

Tinha 23 anos, encontrava-se em situação irregular em Portugal e já tinha sido notificado para abandonar voluntariamente o país. O cidadão estrangeiro foi localizado em Lisboa durante uma operação da Polícia Judiciária e constituído arguido por fortes suspeitas de burla informática e nas comunicações e de branqueamento.
A GNR dá início esta sexta-feira à operação Escola Segura 2026/2027 e vai assinalar o regresso às aulas com um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos, professores e encarregados de educação, abrangendo mais de 4.400 estabelecimentos.
As escolas começam esta sexta-feira a receber alunos para mais um ano letivo que será marcado pela proibição dos smartphones até ao 9.º ano e pela já anunciada falta de professores, em especial na zona de Lisboa.
Nove concelhos dos distritos de Santarém, Portalegre e Faro apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Estava condenado a quatro anos de prisão na Bélgica e era procurado pelas autoridades daquele país. Um homem de 56 anos foi localizado e detido pela Polícia Judiciária, esta quinta-feira, na zona de Loures, por factos relacionados com um crime de branqueamento.
A GNR apreendeu uma pistola, uma caçadeira, três carabinas de ar comprimido, uma catana, um punhal, um bastão e mais de 800 munições e cartuchos. O suspeito foi detido e presente ao Tribunal Judicial de Santarém.
Três homens, com idades entre 24 e 31 anos, foram detidos pela PSP por furto no interior de uma residência em Lagos, distrito de Faro, tendo dois deles sido intercetados após perseguição pelo lesado, foi hoje anunciado.
A Linha Nacional de Prevenção do Suicídio recebeu cerca de 25.600 chamadas no primeiro ano de atividade, das quais quase 700 correspondiam a situações de risco iminente de suicídio, avançou hoje à Lusa o coordenador clínico do serviço.
Carlos Mendonça, antigo presidente da Câmara Municipal do Nordeste eleito pelo PS, foi condenado a 10 anos de prisão e a 300 dias de multa. O tribunal deu como provados crimes de peculato, falsificação de documento e abuso de poder num processo relacionado com a utilização de dinheiros públicos.
O ex-presidente do Colégio de Competência em Emergência Médica Vítor Almeida alertou hoje que mais de 22 mil ocorrências de nível P1, situações associadas a risco de vida iminente, continuam sem socorro adequado.