Escola de Braga afasta funcionário por prática sexual em frente a alunos

O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um funcionário que foi filmado nu a realizar uma prática sexual frente a alguns alunos e participou o caso ao Ministério Público, disse hoje o diretor.

© D.R.

Em declarações à Lusa, João Andrade acrescentou que o caso foi também participado ao município de Braga, entidade patronal do funcionário em questão.

Contactada pela Lusa, a vereadora da Educação, Hortense Santos, disse que está a decorrer um processo disciplinar, estando o funcionário “suspenso preventivamente”.

Em causa está um assistente operacional da Escola Secundária Alberto Sampaio, que exercia funções na portaria.

O homem foi filmado todo nu a masturbar-se, via ‘web’, perante alguns alunos, tendo o vídeo corrido por praticamente toda aquela comunidade escolar.

“Mal tivemos conhecimento da situação, o funcionário foi imediatamente suspenso de funções e afastado da escola”, disse o diretor do agrupamento.

O caso foi também participado ao Ministério Público, via Polícia Judiciária, para investigação.

“Não sabemos quais as reais circunstâncias em que a situação ocorreu, nem as idades dos intervenientes, nem quase nada. Apenas sabemos o que vimos no vídeo. Tomámos as medidas que podíamos tomar e agora as cabe às entidades competentes a cabal clarificação de tudo”, referiu João Andrade.

Admitiu, academicamente, que em causa podem estar crimes de abuso/importunação sexual ou de pornografia de menores, ou então de devassa da vida privada, se o vídeo tiver sido gravado e divulgado à revelia.

“Não sabemos, não somos uma entidade investigatória, vamos aguardar. O importante agora é que o funcionário já não está na escola”, rematou.

À Lusa, a mãe de uma aluna que frequenta a Secundária Alberto Sampaio manifestou “indignação e repulsa” perante o que as imagens mostram, sublinhando ser “inconcebível” que o funcionário pudesse regressar à escola.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.