CHEGA quer avaliação urgente à segurança de pontes e barragens

Pontes, barragens e outras infraestruturas públicas críticas poderão vir a ser alvo de uma avaliação técnica urgente, caso seja aprovada uma proposta apresentada pelo CHEGA na Assembleia da República.

© D.R.

O projeto de resolução recomenda ao Governo a realização de uma verificação estrutural aprofundada e sistemática das infraestruturas em todo o território nacional, tendo em conta o desgaste natural das estruturas e os efeitos acumulados das recentes intempéries que atingiram o país.

Na exposição de motivos, o partido sustenta que fenómenos meteorológicos cada vez mais intensos, como precipitação prolongada, cheias rápidas, instabilidade de vertentes e erosão acelerada, estão a expor vulnerabilidades latentes em obras de engenharia concebidas segundo pressupostos técnicos e climáticos distintos dos atuais.

Segundo o CHEGA, a combinação entre desgaste estrutural e eventos extremos aumenta o risco de falhas que podem comprometer a segurança de populações, a mobilidade e o funcionamento da economia local.

A iniciativa recomenda ainda que as inspeções sejam conduzidas por entidades técnicas independentes, recorrendo a metodologias avançadas de avaliação estrutural, e defende uma articulação eficaz entre administração central, autarquias e entidades concessionárias.

Para o CHEGA, a ausência de verificação sistemática representa não apenas um problema técnico, mas um risco social e territorial, podendo resultar em interdições súbitas, isolamento de populações ou falhas com consequências graves.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.
A dirigente e deputada do CHEGA Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um “diálogo concreto” com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de “falta de coragem”.
O presidente do CHEGA disse que tentou “até à última hora” um consenso com o Governo sobre a lei laboral, e rejeitou que o chumbo da proposta tenha sido “cálculo político”.
André Ventura levou ao debate quinzenal 47 páginas de propostas para alterar a reforma laboral, defendendo o regresso dos 25 dias de férias, a valorização de quem trabalha por turnos e uma revisão das regras de acesso aos apoios sociais.
O líder do CHEGA anunciou esta terça-feira que a reunião que teve com o primeiro-ministro sobre as alterações à lei laboral terminou sem acordo e indicou que o partido e o Governo vão "continuar a trabalhar" nas próximas horas.
O presidente do CHEGA, André Ventura, confirmou hoje que vai voltar a reunir-se com o primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, sobre a reforma laboral e pediu um compromisso escrito em relação à idade da reforma.
O Parlamento vota hoje uma lista conjunta PSD, CHEGA e PS para a eleição de quatro novos juízes candidatos ao Tribunal Constitucional (TC) e também a candidata proposta pelos socialistas para provedora de Justiça, Luísa Neto.
O Presidente do CHEGA defendeu hoje a confirmação do decreto do Parlamento sobre a utilização de bandeiras em edifícios públicos vetado pelo chefe de Estado, considerando que existe uma maioria suficiente para o fazer.
O Presidente do CHEGA afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra "se tudo se mantiver como está".
O primeiro-ministro e o presidente do CHEGA estão reunidos em São Bento, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirma como "reunião de trabalho".