Segurança Social alerta para fraude em alegada ativação da autenticação de dois fatores

O Instituto da Segurança Social alertou hoje para uma tentativa de fraude por SMS ou e-mail sobre uma suposta ativação da autenticação de dois fatores, instando os cidadãos a não clicarem em nenhum 'link' e apagarem a mensagem.

©️ Instituto da Segurança Social

“A Segurança Social alerta que estão a circular mensagens SMS e e-mails fraudulentos, que utilizam o seu nome de forma indevida, alegando que a conta do cidadão está bloqueada e que seria preciso carregar num link para ativar a Autenticação de Dois Fatores, desbloqueando a conta”, adianta o Instituto da Segurança Social (ISS), em comunicado hoje divulgado.

O instituto liderado por Pedro Corte Real alerta que em causa está uma tentativa de ‘phishing”, que tem como objetivo obter os dados confidenciais dos cidadãos.

“A Segurança Social apela aos utilizadores que não acedam ao link enviado e que tomem medidas para se protegerem destas fraudes”, acrescenta, instando a quem tenha recebido esta SMS e/ou e-mail que “não responda, não clique em nenhuma ligação e apague a mensagem imediatamente”.

Na mesma nota, o instituto realça ainda que “nunca envia ligações para a ativação de serviços, nem pede códigos de acesso, palavras-passe ou dados bancários” e pede aos cidadãos e empresas que utilizem os canais oficiais, “nomeadamente o Portal da Segurança Social, para realizar a ativação da Autenticação de Dois Fatores”, sublinhando que “esta medida terá de ser feita exclusivamente pelo próprio utilizador”.

A autenticação de dois fatores para aceder ao portal da Segurança Social está disponível para cidadãos e empresas que a podem utilizar de forma opcional, tornando-se obrigatória a partir de 12 de maio.

Em causa está um método de segurança que exige duas formas de verificação para confirmar a identidade do utilizador antes de conceder o acesso.

Deste modo, além da palavra-passe é preciso inserir no portal da Segurança Social um código temporário que será enviado para um dos contactos validados: telemóvel ou e-mail.

Últimas do País

A ministra da Saúde reconheceu esta terça-feira que a gestão das duas greves que afetaram o INEM em 2024 “podia ter sido mais bem feita” e que o instituto “não se terá apercebido” da possibilidade de decretar serviços mínimos.
Um programa de apoio médico e psicológico ajudou mais de 86.000 pessoas com doenças avançadas e as suas famílias nos últimos sete anos, revelou hoje a organização responsável pelo projeto.
A Infraestruturas de Portugal (IP) contabiliza 26 estradas no território nacional que continuam encerradas após a passagem do comboio de tempestades, realçando que já foi possível resolver 92% dos cortes registados.
O presidente do CHEGA, André Ventura, participou esta terça-feira numa concentração em frente ao Palácio de Belém, convocada pelo partido em protesto contra a visita do presidente do Brasil, Lula da Silva, e contra a insuficiência no combate à corrupção.
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo esclareceu hoje que o homem baleado em Portalegre, na segunda-feira, continua internado no hospital local e não fugiu, ao contrário do que foi anteriormente divulgado por fonte hospitalar.
O presidente do INEM afirmou hoje que o instituto deve aos bombeiros cerca de 9,7 milhões de euros pelo transporte urgente de doentes referente a fevereiro, menos de metade do valor reivindicado pela Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP).
O comandante da PSP de Vila Real chamou hoje a atenção para as instalações do comando distrital, há 20 anos num edifício provisório, e para o envelhecimento do efetivo, sinalizando um aumento da criminalidade denunciada em 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) emitiu hoje aviso amarelo de precipitação, por vezes forte, para as ilhas do grupo Oriental dos Açores, mantendo os avisos de vento e agitação marítima para as nove ilhas.
O homem de 32 anos que ficou ferido após ser baleado à entrada de um hipermercado, em Portalegre, na segunda-feira, fugiu do hospital da cidade onde estava internado, disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
A Entidade Reguladora da Saúde ordenou suspender a actividade em 19 estabelecimentos de cuidados de saúde em três anos, na maioria para ter profissionais identificados a realizar na área de procedimentos estéticos para os quais não estavam habilitados.